sexta-feira, 1 de novembro de 2013

A CASA DE BRAGANÇA

A Casa de Bragança

1º Duque - Foi o 8ª conde de Barcelos, D. Afonso I, filho natural de D. Joâo I e de Inez Perez Esteves. Supõe-se ter nascido em Veiros, no Alentejo em 1377, e morreu em Dezembro de 1461. Casou com D. Beatriz Pereira Alvim, filha do condestável D. Nuno Álvares Pereira, e herdeira da casa mais opulenta do reino.

Na armada de Ceuta foi encarregado dos aprestos nas províncias de Estremadura e Entre-Douro-Minho e capitão da capitania real. Do regresso de Ceuta, e pelos serviços, recebeu novas mercês de seu pai D. João I. Durante o reinado de D. Duarte teve excelentes relações com o sobrinho, mas não o conseguiu demover da trágica expedição a Tânger.

Depois da morte de D. Duarte e durante a regência da sua viúva D. Leonor e D. Pedro irmão do falecido rei, não foram boas as relações entre D. Afonso e D. Pedro, chegando quase ao campo de batalha em Mesão Frio nas Margens do Douro, luta que foi evitada pelo conde de Ourém filho de D. Afonso. Em 1442 este obteve do regente o senhorio e ducado de Bragança.

Era o terceiro ducado de Portugal ( os dois primeiro tinham sido criados por D. João I para seus dois filhos; o de Coimbra para D. Pedro e o de Viseu para D. Henrique) Depois de a batalha de Alfarrobeira (1449), D. Afonso V concedeu ao Duque de Bragança mais importantísssimas mercês, e nove anos depois, quando partiu para África, deixou entregue ao duque o governo do reino na sua ausência.

D. Afonso casara em 1420 em segundas núpcias com D. Constança de Noronha ( 1ª Duquesa de Bragança, sepultada em Guimarães ), filha de Afonso, conde de Gijón e Noronha, filho de Henrique II de Castela. Do primeiro matrimónio teve três filhos; D. Afonso, conde de Ourém e marquês de Valença ( mercê de Afonso V) que faleceu ainda em vida de seu pai em 1460; D. Fernando que sucedeu no ducado de Bragança; e D. Isabel que casou com o seu tio o infante D. João filho de D. João I. Do segundo matrimónio não houve descendência.

2º DUQUE - Foi D. Fernando, filho segundo do 1º duque, nasceu em 1403 e morreu em Vila Viçosa em 1478. Veio a suceder no ducado, por morte do seu irmão mais velho D. Afonso. Ainda criança, o avô cedeu-lhe o condado de Arraiolos. Tomou parte na expedição de Tânger onde foi condestável e foi governador de Ceuta. Acompanhou D. Afonso V em várias expedições ao norte de África, e com tanto galhardia, que o soberano lhe fez a graça de elevar Bragança à categoria de cidade. Foi regente do reino em 1471, quando o rei partiu para a conquista de Arzila. Casou em 1429 com D. Joana de Castro, filha de D. João de Castro tendo a seguinte descendência; D. Fernando 3º duque de Bragança, D. João , D. Álvaro, D. António, D. Isabel, D. Brites, D. Guiomar e D. Catarina

3º DUQUE - Foi D. Fernando II , nasceu em 1430 e foi executado em Évora em 1483 por ordem de D. João II. Teve excelentes relações com D. Afonso V, foi feito fronteiro das províncias de Entre-Douro-e-Minho e de Trás-os-Montes. Recebeu o título de conde de Guimarães que em breve se elevou a ducado. Acompanhou o rei em várias campanhas em África

Quando em 1478 sucedeu a seu pai no ducado de Bragança, tornou-se o maior senhor, não só de Portugal, como de Castela, Navarra e Aragão. Com a subida ao trono de D. João II em 1481, que com os seus desejos de fortalecer o poder real e as providências que tomava contra as excessivas regalias das classe privilegiadas, levaram o Duque de Bragança alcaide de numerosas fortalezas a protestar, declarando-a lesiva da sua dignidade e excessivamente rigorosa, e nesta atitude o acompanharam os irmãos e o duque de Viseu.

Entre as escrituras existentes de doações e privilégios dados ao ducado de Bragança e guardados num certo cofre em Vila Viçosa, o vedor da fazenda diz ter encontrado cartas onde o duque de Bragança receoso da inimizade do novo rei, tentava ganhar aliados em Castela. A partir das cópias mandadas executar por D. João II dessas mesmas cartas, o duque de Bragança foi julgado em Évora, condenado à morte e executado em 20 de Junho de 1483. ( D. Manuel II anulou este processo em 1500 ) .

Deve ser muito difícil de descobrir hoje, se D. João II tinha razão ou se tudo não passou de pura suspeita, que aproveitou para se desfazer do duque e da casa de Bragança, pois na sentença confiscou-lhe todos os bens que passaram para a coroa. Realmente, D. João II parece ter-se excedido nos cenários do julgamento, mandando até decorar a sala onde se procedeu ao julgamento no paço onde o rei se instalara, com panos onde figuravam cenas da história de Trajano, com exemplos de "severidade e justiça" desse imperador de Roma. O duque casara duas vezes; a primeira em 1447, tendo apenas 17 anos de idade, com D. Leonor de Meneses filha de D.Pedro de Meneses; a segunda (1472) com D. Isabel, filha do inafnte D. Fernando. Do primeiro matrimónio não houve filhos; do segundo, os seguintes; D.Filipe que morreu ainda criança, D. Jaime que foi 4º duque de Bragança; D. Deniz e D. Margarida

4º DUQUE - Foi D. Jaime filho do 3º duque D. Fernando II, nasceu em 1479 e morreu em 1532. Contava apenas 4 anos quando o seu pai foi degolado em Évora. Refugiando-se em Espanha, aí foi educado. No reinado de D. Manuel I, em 1497, regressou ao país, bem como seus irmãos.
Em Castela, encontrara a maior protecção, especialmente da rainha D. Isabel, que lhe dera para aio Lopo de Sousa, fidalgo que descendia de D. Afonso III.

D. Manuel nomeou-o fronteiro de todas as as terras da Casa de Bragança, permitindo-lhe que tomasse das mercês concedidas aos seus antepassados, e em 1500 declarou nulos os efeitos do processo do duque D. Fernando.

Quando D. Manuel I casado com Isabel de Castela , e herdeira do trono de Castela-Leão-Aragão, por morte do principe castelhano D João, filho e sucessor dos reis católicos, viajou a Toledo, ( Março de 1498) os povos suplicaram que D. Jaime fôsse declarado herdeiro presuntivo da Coroa de Portugal e Duque de Bragança, por ser o parente mais próximo do monarca; e assim se fez. D. Jaime casou em 1502 com D. Leonor de Mendonça, filha do 3º duque de Medina Sidónia. Mas já depois de acertado o contrato nupcial, o jovem duque é acometido de «fortes ataques de melancolia» e resolve abraçar a vida religiosa. D. Jaime sai do país em direcção a Roma, a fim de solicitar ao Papa a anulação do seu matrimónio, para depois poder ingressar no convento do Santo Sepulcro, em Jerusalém. Deixa uma carta que só deveria ser entregue ao Rei quando o duque já estivesse longe.

Contudo, o frade que recebe a missiva, temendo uma possível represália real, resolve levá-la ao monarca dois dias depois. D. Manuel fica furioso. Envia fidalgos da sua confiança no encalço do fugitivo para lhe ordenarem que volte imediatamente. Chamado à presença do Rei em Évora, é aconselhado a consumar o matrimónio e «que dispusesse a sua casa para viver com sua esposa e passar assim o tempo mais divertido com os carinhos dela e a afeição dos filhos».

Sem grandes alternativas, D. Jaime, que não gostava de viver no castelo de Vila Viçosa, manda edificar fora das muralhas da vila, no sítio da Horta do Reguengo, um novo paço. Na expedição a Azamor, África, D. Manuel concedeu-lh a capitania-mor do exército e da armada. Em 1502, D. Leonor de Gusmão vem para Lisboa, seguindo depois para Vila Viçosa, onde habitará o castelo com D. Isabel, sua sogra, até o matrimónio poder ser efectivado. Apesar de não se saber ao certo a data dos verdadeiros esponsais de D. Jaime com D. Leonor, pensa-se que os mesmos terão ocorrido por volta de 1503. Mas se esta ligação teve um início tão atribulado, o desfecho foi verdadeiramente trágico.

Em 1512 as intrigas ferviam no paço. Para muitos era óbvio que a jovem duquesa, de 23 anos, tinha uma inclinação muito especial por António Alcoforado, de 16 anos, pajem de seu filho Teodósio. Afastado do paço o pajem, a ligação não termina. Torna-se antes mais desejada e arrojada. Trocam-se bilhetes amorosos através de um pequeno escravo. O amor torna-se mais imperioso e, durante a noite, António Alcoforado terá entrado uma ou duas vezes pela janela no quarto da duquesa.

Na madrugada 1 de Novembro de 1512 os amantes são descobertos e mortos de imediato. Para alguns, a duquesa foi vítima de suspeitas infundadas criadas pela intriga palaciana. Mas a partir do momento em que o duque a manda matar, a história tem obrigatoriamente de ganhar foros de verdade. É que a lei só nos casos de adultério comprovado permitia a morte dos adúlteros.

O Duque casou 2º vez com D. Joana de Mendonça. Do primeiro matrimónio teve dois filhos; D. Teodósio que foi 5º duque, e D. Isabel que casou com o infante D. Duarte filho de D. Manuel. Do segundo matrimónio teve 9 filhos, dos quais se salientaram D. Constantino de Bragança, que foi 7º vice-rei da Índia, D.Fulgêncio prior de Guimarães , e D. Teotónio, arcebispo de Évora. D. Jaime introduziu na sua casa todos os empregos e funções que existiam, na casa real. Obteve do papa Leão X uma bula (1517) permitindo erigir 15 igrejas em comendas, para gratificar os fidalgos da sua comitiva. Além disso, nomeou grande número de cónegos e curas nas suas terras, com gozo de privilégios superiores aos de todas as outras casas principescas da Europa. Começou a construcção do actual palácio e tapada de Vila Viçosa. Mandou também construir um rico mausoléu para os restos mortais do condestável D. Nuno Álvares Pereira .



5º DUQUE - Foi D. Teodósio I, filho do primeiro matrimónio de D. Jaime; morreu em 1563. Teve por mestre Diego Sigeo e sucedeu a seu pai em 1532. Em 1542 casou com D. Isabel, sua prima, filha de D. Deniz de Portugal. Enviuvou em em 1558 e casou em segundas núpcias D Beatriz de Lencastre. Era amador de pintura e escultura, e escreveu o livro Os livros de muitas coisas. Teve um único filho do primeiro matrimónio, D. João que lhe sucedeu no título. Do segundo teve D. Jaime, morto em Alcácer-Quibir, e D. Isabel, que casou com o duque de Caminha.

6º DUQUE - D. João I, nasceu em 1543, morreu em Vila Viçosa em 1583. Em 1563 casou com D. Catarina, sua prima, filha do infante D. Duarte e de D. Isabel, irmã de seu pai. Quando D. Sebastião realizou a primeira ida a África quis que o duque o acompanhasse, ficando o governo do ducado a D. Catarina (1574), no que se dava à casa de Bragança a importância de um reino. O duque foi a essa expedição, levando 600 cavaleiros e 2.000 infantes das suas terras; preparava-se também para ir com o rei à segunda e desastrosa expedição de 1578 quando febres violentas o obrigaram a ficar.

Enviou por isso, para acompanhar o rei, seu filho D.Teodósio duque de Barcelos ( título que D. Sebastião concedera em 1563 ao primogénito da casa de Bragança), o qual contava só 10 anos de idade.

Durante o curto reinado do cardeal-rei D. Henrique entrou o duque de Bragança, juntamente com a duques, na pretensão da coroa, e nas cortes reunidas em Lisboa, jurou só obedecer ao rei que os Estados reconhecessem. Filipe II de Espanha, querendo afastá-lo da pretensão ao trono, mandou oferecer-lhe a realeza do Brasil, o cargo de grão-mestre da Ordem de Cristo, a licença de mandar todos os anos uma nau à Índia por sua conta, prometendo-lhe ainda o casamento de seu filho D. Diogo com uma das suas filhas. mas o duque de Bragança, influenciado por sua mulher D. Catarina (herdeira do trono) rejeitou as propostas (1579).

Morto o cardeal-rei, o duque acompanhou os governadores do reino a Lisboa e Setúbal, diligienciando para que fossem reconhecidos os direitos de sua mulher à coroa portuguesa, mas finalmente desistiu e aceitou as mercês do rei castelhano.

Camilo Castelo Branco, escreveu : "Os sucessores do duque D. Fernando, degolado em tempo de D. João II,.nunca puderam obter de D. Manuel, de D. João III, da rainha regente, de D. Sebastião e do cardeal, parte dos privilégios que o filho de D. Afonso V lhes jarretara. A absoluta independência da coroa, e o absoluto domínio em Vila Viçosa, nunca puderam os duques extorqui-lo à condescendência dos soberanos; obteve-o, porém, o avô de D. João IV, em Fevereiro de 1581 de Filipe II de Castela".

Por alvará dado em Elvas em Novembro de 1581 o duque foi autorizado a criar magistrados seus, instaurar tribunais sem apelação nem agravo das sentenças dos seus juízes, e defender o ingresso de viandantes em seus domínios. Em 1584, sendo já duque D. Teodósio, Filipe II estendeu ainda mais os poderes judicias dos duques, e mais tarde em 1587, foi-lhe permitido não cumprir as cartas dos corregedores da corte, avocar a sim as causas das suas terras e sentenciar como lhe parecesse.

Depois da entrada de Filipe II em Portugal, o duque D. João serviu de condestável nas cortes de Tomar, onde o monarca espanhol, por suas próprias mãos, lhe deu o colar do Tosão de Ouro. Quando retirou do país, o mesmo soberano ainda lhe concedeu; para o herdeiro, o cargo de condestável do reino em três vidas; para o segundo filho o marquesado de uma cidade de Castela; para o terceiro filho, uma comenda de Castela e muitas outras mercês em dinheiro e concessões. Confirmou-lhe o tratamento de Excelência e a isenção dos direitos de chancelaria.

7º DUQUE - Foi D. Tedósio II, que nasceu em Vila Viçosa em 1568 e morreu em 1630. Foi educado por Fernão Soares Homem e António de Castro. Contando apenas 10 anos de idade, e em virtude de ter adoecido o seu pai, acompanhou D. Sebastião à desastrosa expedição a Marrocos em 1578. Seguiu o rei, a cavalo, nos primeiros recontros; mas, como o perigo aumentasse, ordenou-lhe o monarca que se recolhesse ao seu coche.

Contrariado com esta decisão, suplicou o rei, mas não foi atendido. Teve de obedecer; porém, no auge da batalha de Alcácer-Quibir, montou a cavalo e, seguido pelos seus, uniu-se a D. António, prior do Crato, tomando parte na peleja onde foi ferido na cabeça e ficou prisioneiro, assim como grande número dos seus servidores.

O duque D. João, seu pai, mandou Jorge de Lemos tratar do resgate, e Filipe II de Espanha escreveu ao rei de Marrocos, que afinal, deu a liberdade à criança sem nada aceitar. O duque pagou então o resgate de todos os servidores, com quantias e presentes de importância. D. Teodósio saiu do cativeiro em Agosto de 1579; porém os espanhóis, que desejavam conservá-lo longe do reino, com falsos pretextos lhe fizeram demorar a viagem - Foi ao chegar a Gibraltar que recebeu a notícia da morte do cardeal-rei. Indo depois a S. Lucor visitar o duque de Medina Sidónia, foi recebido com pomposas festas, que eram mais um maneira de o reter fora de Portugal.

Os de Bragança compreendendo a razão destas demoras, queixaram-se, e o monarca castelhano ordenou que deixassem partir D. Teodósio. Quando chegou a Portugal, Filipe II acolheu-o com todas as honras e distinções. Em 1589, sendo já duque de Bragança, defendeu Lisboa contra a expedição de D. António e de Drake e fortificou os pontos da costa que estavam situados nas suas terras para resistir à armada inglesa. Em 1602 foi permitido aos duques de Bragança formar chancelaria e levar direitos dela sobre cartas de seguro em caso de mortes negativas, ou confessativas de morte, de resistência a oficiais de de justiça, etc..

D. Teodósio casou em 1603 com D. Ana de Velasco, filha de João Fernandes de Velasco, condestável de Castela, 1º Duque de Frias, conde de Haro, marquês de Berlengo, dos concelhos de Estado, Guerra e Marinha, governador de Milão e presidente de conselho de Itália. Deste consórcio nasceu D. João, que foi 8º duque de Bragança e o 21º rei de Portugal., com o nome de D. João IV; o infante D. Duarte que esteve preso na cidade de Milão; D. Catarina, que morreu em tenra idade , e D. Alexandre também falecido ainda muito novo em 1637.

8º DUQUE - Foi D. João II de Bragança, depois rei de Portugal como D. João IV. 9º DUQUE - Foi D. Teodósio , 4º duque de Barcelos, filho primogénito de D. João IV, herdeiro da coroa e príncipe do Brasil, nasceu em 1634 e morreu em 1653. Seu pai doou-lho o título em 1645, determinando, ao mesmo tempo, que todos os príncipes herdeiros fossem duques de Bragança.´ 10º, 11º, 12º e 13º DUQUES - Foram respectivamente D. Afonso VI, D. João V, D. José I e D. Maria I reis e raínha de Portugal. 14º DUQUE - Foi D. José Francisco Xavier de Paula Domingos António Agostinho Anastásio de Bragança, príncipe da Beira, filho primogénito de D. Maria I e de D. Pedro III, nasceu em 1761. Casou em 1777 com sua tia materna, a infanta D. Maria Francisca Benedita, morreu sem filhos, pelo que passou a ser príncipe herdeiro seu irmão D. João, depois D.João VI.

15º e 16º DUQUES - Foram D. João VI e D. Pedro IV, que também foram reis de Portugal. 17º DUQUE - Foi D. Miguel I, depois de sair de Portugal, pois é assim tratado por vários genealogistas, embora simultâneamente o título fosse usado por seu irmão D. Pedro IV. 18º, 19º e 20º DUQUES - Foram D. Maria II, D. Pedro V e D. Carlos I reis de Portugal. 21º DUQUE - Foi D. Luiz Filipe de Bragança de Saxe Coburgo Gotha , príncipe real, herdeiro da coroa, nasceu em 1887 e morreu em 1908.

22º DUQUE - Foi D. Miguel II de Bragança,( Nasceu 1853 e morreu em 1927) filho de D. Miguel I e D. Adelaide de Lowenstein - Wertheim-Rosengerg de Bragança. Era único filho varão o seu nome completo era Miguel Maria Carlos Egídio Constantino Gabriel Rafael Gonzaga Francisco de Paula e de Assis Januário. Nasceu no castelo de Kleinheubach na Baviera em 19 de Setembro de 1853 e morreu em Seebenstein, na Austria em 11 de Outubro de 1927. Foi baptizado pelo bispo de Guarda. Frequentou o colégio de S.Clemente em Metz, onde foi condiscípulo do futuro marechal Foch. Frequentou a Universidade de Innsbruck, no Tirol.

Nomeado pelo imperador da Áustria Francisco José foi alferes do 14ª regimento de dragões e tomou parte na campanha de ocupação da Bósnia.

Casou com a princesa Isabel de Thurn Taxis, e teve três filhos. Por documento de Março de 1981, o imperador Francisco José, concedeu-lhe o privilégio de extra-territoarialidade, tornado extensivo a seus filhos menores, solteiros, que com ele residissem, pelo que D. Miguel foi considerado sempre português. Voltou a casar com a princesa Maria Teresa de Lowenstein - Wertheim-Rosenberg, de quem teve mais oito filhos, entre os quais D. Duarte Nuno, único varão. Sobreveio a Guerra de 1914, e quando Portugal entrou nela, que ascendera ao posto de tenente-feld-marechal, pediu a demissão do serviço activo do exército austríaco, limitando-se a servir na Cruz de Malta.

Depois da revolução que derrubou o Império Austríaco em 1918, D. Miguel e a sua família passaram muitas privações e tomou a resolução de abdicar para seu filho D. Duarte Nuno (1920).

23º DUQUE - Foi D. Duarte Nuno Fernando Maria Miguel Gabriel Rafael Francisco Xavier Raimundo António, duque de Bragança, de Guimarães e de Barcelos etc..Filho varão de D. Miguel II de Portugal e D. Maria Teresa, filha do príncipe Carlos de Lowenstein, representante duma das mais nobres casas principescas da Baviera. Nasceu no Castelo de Seebenstein em 23 de Setembro de 1907, e foi baptizado com água lustral da Igreja de Nossa Senhora de Guimarães, levada expressamente para esse fim. Frequentou o colégio de Beneditinos de Éttal e a Abadia de Clairvaux.


Terminada a Grande Guerra de 1914-1918, entendeu D. Miguel dever abdicar os direitos ao trono português que tinha herdado do seu pai o rei D.Miguel I, e depois de várias negociações políticas e do seu filho primogénito, o príncipe D. Miguel, duque de Viseu, ter renunciado espontaneamente aos direitos que porventura lhe viriam a caber, transmitiu-os a seu filho D. Duarte em 31 de Julho de 1920.

Completou a sua educação no liceu de Ratisbona, e na Faculdade de Agronomia de Toulouse, onde concluiu o curso de engenheiro agrónomo. Em 1929 empreendeu uma viagem clandestina a Portugal que percorreu de centro a norte, estando em Vila Viçosa, onde percorreu o palácio de seu maiores, e saiu de Portugal por Vilar Formoso em Novembro do mesmo ano.

A 2 de Junho de 1932, falecia o destronado rei D. Manuel II, em Inglaterra, sem deixar descendência. Se D. Duarte era já reconhecido como rei pelos partidários de seu avô D. Miguel e pelo Integralismo Lusitano, passou desde então a ser o único pretendente reconhecido por todos os outros monárquicos portugueses.Efectivamente, segundo as leis tradicionais da monarquia portuguesa, D. Duarte, pelo seu parentesco com D. Manuel II, e como único príncipe português que lhe sobrevivia, aliava aos direitos que recebera do pai, a sucessão dinástica do último soberano da Casa de Bragança.

E assim em 19 de Outubro de de 1932, em documento firmado pelo lugar-tenente de D. Manuel II o conselheiro João de Azevedo Coutinho, em nome dos diversos organismos dos vários movimentos da causa monárquica, declaravam: " Rei legítimo de Portugal Sua Alteza o Senhor Dom Duarte de Bragança"

Em 1935, partiu para Londres, em visita aos soberanos de Inglaterra, Dali dirigiu-se a Paris, onde visitou a rainha D. Amélia, e seguiu para Roma. Foi recebido por Sua Santidade o papa Pio XI e pelos reis de Itália. Voltou a Londres em 1936 para tomar parte nos funerais do rei Jorge V. Ao deflagrar a II Guerra Mundial (1939), transferiu residência para a Suiça.

Em 1942 visitou o Brasil, passando por Lisboa, e chegou ao Rio de Janeiro a 2 de Junho. Aí casou com a princesa Maria Francisca de Orleans e Bragança, filha do príncipe D. Pedro, neto do imperador D. Pedro II. Realizou-se a cerimónia nupcial na catedral de Pétropolis a 15 de Outubro de 1942, com a assistência da esposa do Presidente da República Brasileira, Dr. Getúlio Vargas, de todo o Corpo Diplomático acreditado no Rio, prelados, ministros de Estado e outras entidades oficiais.

Do seu casamento teve três filhos: o príncipe da Beira, D. Pio Duarte João, nasceu em Berna em 1945; o infante D. Miguel, nasceu também em Berna em 1946, e o infante D. Henrique, que igualmente nasceu na Suiça em 1949. A 27 de Maio de 1950 a Assembleia Nacional, revogava por unanimidade a carta de lei de 1834 e o decreto de Outubro de 1910. Em 1951 os duques de Bragança sofreram um grave acidente de automóvel em Thionville, ficaram gravemente feridos, receando-se pela sua vida.

24º DUQUE - É D. Duarte Pio João Miguel Henrique Pedro Gabriel Miguel, filho primogénito de D. Duarte Nuno , duque de Bragança e de sua mulher, a princesa D. Maria Francisca de Orleães e Bragança. Nasceu na legação de Portugal em Berna, Suiça, em 15 de Maio de 1945. Viveu com os seus pais numa "villa" em Gunten, à beira do Lago de Thun, e veio para Portugal em Maio de 1955. Seguiu o curso secundário no Porto, e, depois num Colégio interno em Santo Tirso. Em 1958 foi recibido pelo papa Pio XII, seu padrinho de Baptismo. Foi aluno no Instituto Nuno Álvares de 1957 a 1960.

Foi aluno do Colégio Militar. Cursou no Instituto de Superior de Agronomia e estudou Sociologia no Instituto de Estudos Africanos, em Genebra, Suiça. Mobilizado para Angola, esteve na Base Aérea do Negage, como tenente miliciano, piloto aviador, entre 1968 e 1971. Exerceu o cargo de presidente do Grupo Internacional de Reinstalação dos Refugiados do Ex-Ultramar Português.

A duquesa de Bragança é D. Isabel Inês de Castro Curvello Herédia de 28 anos, e descende de Afonso de Herédia o Cavaleiro, família de Espanha de que passou a Portugal, no século XV. Casou com D. Duarte em 13 de Maio de 1996. Tem três filhos, D. Afonso de Santa Maria, D. Maria Francisca e D. Dinis.


122 comentários:

Nuno Ramos disse...

Como é que o Sr. Miguel II de Bragança pode ser Duque de Bragança ao mesmo tempo do Senhor Dom Carlos I e do Príncipe Real Dom Luís Filipe!??!??

Fernando Chrystêllo disse...

Só poderei dizer, que no tempo de António de Oliveira Salazar, nunca alguém se identificou com a Monarquia, como o fez o Pai de Duarte Nuno. Questiono, porque é que só agora depois de 25 de Abril de 1974, aparecem figurantes alegando serem sucessores deste ou daquele Rei?
Reconheço pessoalmente que D. Duarte Nuno Pio de Bragança, foi o único que seguiu o caminho do Pai. Temos que respeitar o direito a quem sempre se identificou com a Monarquia.

Nuno Ramos disse...

Peço desculpa Sr. Fernando Chrystêllo, mas isso não responde de todo à minha pergunta, que era: "Como é que o Sr. Miguel II de Bragança pode ser Duque de Bragança ao mesmo tempo do Senhor Dom Carlos I e do Príncipe Real Dom Luís Filipe!??".
Já para não dizer que, o Sr. Miguel II era filho do GRANDE Rei Dom Miguel I, que fora deposto em 1834, tendo Capitulado em, Évoramonte. Logo, não podia sequer ser Duque, nem ele, nem a sua descendência. Logo, como é que aparece aqui nesta lista de Duques? Isto parece-me uma piada, mas de muito mau gosto.

Cordialmente,
Nuno Filipe.

Nuno Ramos disse...

Outra mentira descarada é a do Sr. Dom Miguel I de Portugal, ter sido Duque de Bragança. É completamente falso. O Infante Dom Miguel I, foi Duque de Beja, Senhor do Infantado e depois Rei de Portugal, legítimo. Infelizmente, foi deposto pela força das armas Maçónicas. Mas, a verdade é esta. Nunca foi Duque de Bragança. Teria sim, como Rei, passado esse título ao Seu primogénito, mas não o fez porque foi deposto.

Cordialmente,
Nuno Filipe.

anonimo disse...
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anonimo disse...

Mendo Castro Henriques - 2008 - ‎Vista de excertos
18 Btas cartas são consultáveis na Torre do Tombo, mediante autorização especial, nos Documentos de D. Carlos, D. Amélia e D. .Manuel II, guardados na Casa Forte, com a designação PT-TTCAM, pasta 12. 19 Marquês de Lavradio. Dossier regicídio: o processo desaparecido

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Police found republican Afonso Costa and Francisco Correia Herédia (viscount of Ribeira Brava), both armed, at the Municipal Library elevator with

Esta tentativa de golpe de estado fracassa, devido à inconfidência de um conspirador. A 28 de Janeiro de 1908 são presos vários líderes republicanos, naquele que ficou conhecido como o Golpe do Elevador da Biblioteca. Afonso Costa e Francisco Correia de Herédia, o Visconde de Ribeira Brava, são apanhados de armas na mão no dito elevador, conjuntamente com outros conspiradores, quando tentavam chegar à Câmara Municipal.

Eu compreendo que a maçonaria queira eliminar a verdade, existe uma foto tão expressiva de Francisco Correia de Heredia do 1 Visconde a celebrar a implementação da republica em cima de uma viatura, é uma imagem que vale por mil palavras.

Retirei tudo que escrevi porque não tive resposta da vossa parte, na qual defendo a verdade, qualquer monárquico não fica contente com a implementação da Republica, mas hoje vemos gente que tem um pé na Republica e outro no futuro da Monarquia, dois pesos e duas medidas, ou somos uma situação ou outra, não podemos ser extremos assim ninguém percebe quem é quem !

A Republica é uma Instituição com valores, que eliminou o Rei da Monarquia, executou em 1911 muitos nobres portugueses nas antigas colonias portuguesas e hoje vemos situações ambíguas de ligações estranhas. Temos gente em Portugal que recebe fundos de todos nós portugueses contribuintes que pagamos dos nossos impostos a pessoas para viver em Portugal, quando eu como cidadão que pago impostos, não admito que o meu contributo fiscal seja para pagar a essa gentalha, se estamos num Estado Direito. Essa gentalha não trabalha, porquê ? Será que o povo sabe que esta gente recebe do Estado Português e não trabalha ?

Se estamos na Republica, porque que essa gente não trabalha, não paga impostos qual a Divindade extraordinária que leva a que essa gente fique assim.

Eu tenho tantas perguntas sem resposta, Fundação, IMI e tantas outras coisas, se temos um Presidente da Republica que recebe o seu salário escolhido pelo povo, como é que existe gente ocupa lugares sem o povo ter escolhido ?

Se faz favor respondam me


Novela Babilônia disse...

A República é uma instituição com valores. Essa deve ser para rir.
Viva à Monarquia Portuguesa e à Família Real Portuguesa!

anonimo disse...

Então a família Real Portuguesa, é quem ? e sou monárquico pela verdade e do sangue

A casa de Cadaval foi extinta pelo Rei e o 2 e 3 duque de cadaval sem sucessão paterna e materna.

Ambrofio de Mello Cadavallem/ Duci , eo fine liberis vita fuméto , rurfus nupfit jameti de Mello Ludovici fratri ac fucceffori. Micbaele autem &* Aloyfia Cafimira parentibur mati funt Petrus Henricus Brigamtimur, Dux Alafomienfis , idemque Praefe&ius Praetorio, qui ammo M. DCC. LX. Olifipome caelebs obiit : joannes Carolus Brigantinus , qui fub jofepbo I. tota fere Europa laudatiffime peragrata , fummoqae in honore Regibus &Principibus habitus , anno tamdem M. DCC. LXXIX. reverfus in patriam a Maria I. Dux Alafonienfis ef? creatur , &* muper etiam $upremur Armorum Praefe&tus pro Regia Urbe &* Extremadura Provincia. joamma Perpetua Brigamtima, quae Ducis quoque decoribus ormata , anno M. DCC. XXXVIII. Ludovico Caftrio Marchioni Cafcalienfi im matrimomium locata fuit , &• fuperiori anno M. DCC. LXXXV

Duque de Cadaval D. Luiz Ambrofio de Mello; e morto efte fem filhos, fegunda vez com o Duque D. Jaime de Mello irmão do defunto, tambem sem successäo. - - Do Senhor D. Miguel, e da Duqueza de Alafões D. Luiza Cafimira nafcerão tres filhos : D. Pedro Henrique de Bragança, que foi tambem Duque de Alafões , e Regedor das Juítiças, e morreo folteiro no anno de I 7 6 o. D. João Carlos de Bragança, que depois de correr em tempo d'ElRei D. Jofé I.

O seu possível candidato e admirador Sr. Miguel é o primeiro criminoso entre os seus pares e não sangue de D. João VI

O Senhor Infante D. Miguel &ccupa sem contradicção o primeiro dogar entre os criminosos, que se ancharam coffi o vil"opprobrio da traição; da rebellião, do perjurio, da perfidia, e do exterminio da Liberdade da sua Patria; e a usurpação que th, mil oitocentos e vinte oito o poz no Throno, havia já antes sido tenr tada por elle á custa d'horrorosos crimes. Em mil ditocentos e vinte tres áppareceu o Senhor Infante D. Miguel pela primeira vez com as armas ### privar de Throno a # o Senhor D. João VI, mascaramdo perfidamente este attentado contra seu Augusto Pai com o pretexto da restauração da Monarchia absoluta: o projecto foi descoberto, e o Mömárcha bôde frustrá-lo. Antes de se ter passado, um anno foi ElRei preso nó seu próprio Palacio, as masmorras foram cheias de Cidadãos *#*#*#*!"

Sr. Infante D. Miguel sem esperança de victoria não deixa de assolar a terra, que ainda possue. Vossa Magestade Imperial tem dado a escolher aos que seguem o partido do usurpador, o perdão, ou o castigo. Com o Chefe d'esse partido tem Vossa Magestade Imperial declarado que não transigirá jámais, por ser contra a Sua Honra, e contra a dignidade da Nação. Porém, Senhor, a Honra de Vossa Magestade, e a dignidade da Nação ainda requerem mais, e Vossa Magestade Imperial não póde deixar de ouvir as suas vozes, quando mesmo estas sejam contrarias ás do sangue

Decretar o seguinte: Art. unico. O Infante D. Miguel, Usurpador da Coroa da Rainha, é pelo presente Decreto destituido, e exauthorado de todas as honras, prerogativas, privilegios, isempções, e regalias, que na qualidade, e pelo título d'Infante lhe pertenciam, e não poderá ser mais tratado, ou nomeado tal nestes Reinos. Os mesmos Ministros, e Secretarios d'Estado assim o tenham entendido, e façam executar. Palacio das Necessidades, em dezoito de Março de mil oitocentos e trinta e quatro. — D. PEDRO, DuauE DE BRAGANÇA. — Joaquim Antonio d'Aguiar. —Jose da Silva Carvalho. —Agostinho José Freire, — Francisco Simões

anonimo disse...

Caro Senhor

Descubra quem é o apelido da casa de Bragança, de Guimaranes de onde veio da casa Vimarae, Porto, descubra estas novidades e Brigantinus ou Brigantia veio de uma casa que corre no sangue desde 640 e não é por indivíduos que se querem intitular sei lá do quê, é preciso Tradição, Respeito, Honra e Sangue que os demais não possuem.

Saxe, Boheme, Saal de Dresden, Hesse e Weimar pertence me por sangue e você vem com arrogância de família real portuguesa, primeiro descubra a verdade.


anonimo disse...

LES PENSIONS SUR LES «MITRES» DE CASTILLE 135

Juan Ramirez de Vargas); sept de 200 d. (Francisco de Lacanal, licencié Sancho Gonzalez, Antonio de Zûfiiga, fils de Diego de Zûniga, ambassadeur en France, Theutonio de Braganza, qui portera le titre d'évêque de Fez.

La même année 1566 nous voyons bénéficier d'une pension de 800 d. Maximilien d'Autriche 2, fils naturel de Leopold d'Autriche, évêque de Cordoue, lui-même fils naturel de Maximilien Ier, père de Charles Quint. En 1569 le dataire pontifical reçoit 800 d. et l'évêque de Fez 300: ce prélat était chargé d'exercer à Tolède, en l'absence de l'archevêque Carranza, certaines fonctions pontificales 3.

1710 Allein nachdem die Cheriffe hernach eine Allianz mit einigen Herrn über das Gebürge / welche des Königes von Fez ... Der König von Ferz welcher über dieser Antwort sehr erbittert ward/ belägerte Maroeco; weilenaber sein Bruder Muley

Buhazon V dominante cm Féz adertiodo prudente, que falto da repuiado elle tratou negócios da maior Importância , eotrtf outros o cafamento do Príncifíe D Joaô^ com fua iiiha, a Princesa D.Joanna^ qtie elie conduzio a Portugal.

1786 - ‎1289 du consentement de ses frères y au Roi de Bohème WENcESLAv II. Diepoldisualde, lWrouvenslein, Lewenstein, Seydou e, Heyn, Statim, Tufenou e, Sumauy-Ferz, Caslrum Radeherg, Lybenteil, Vylin, Oppidum Radeberg, Lusenicz,

Ieanne du Buret suc Nicolas des Moustiers Seigneur de NeufnWhil, de la Vicomccrie, du Fez, & de Saint Gabriel, marte à Iacqueline de Marry fille de Roberc Seigneur de Marry, dont sortit Iean des Moustiers Seigneur du Fez

1682 - ‎Lidas Sochmög: den Friden zu continuirenftore auch daß der Babassan Ä dem König von Ferz ins Land gefallen/ vnd Bdarinn eine Staet/ genannt Saschlol einge" nommen vnd außgeplündert/weil sie sich zur S> R>. » Gegenwehr geseget

A minha 8 avó matterna Mathilda Ferz filha do rei da Bohemia casa com D. João V rei de Portugal e este não casa com Mariana ou Ana Maria filha de Leopoldo com registos da casa da Austria.

Ех latere dextero, in tabula tertia, repraelentatur lDivus Joannes Bap.. fille Cum iîlpcrvolanießcro Ею awww: ,deve ¿gaat Dei.’ lpfe v_erò Банане indice demonlirat Panem Evcharillicurn , qui in men@ 'Emmaüntina proponitur, Астра; 5ап&о _Baptjllgc Rex Portugalliae Joannes V. idem Sereniflimi Neo-Nati Patrinus, de Huumè manu lava. fchedialina tenens cum infcr'iptis Nominibus Baptizati ; _manu vero dextera Nomen, ordine Iecundum , demonßrans ,qubjunélo hoc hernillichio: NomengeritI/leßcundum; nempe Joannem. « Роне ipfum Ьппс Regeln galeatus confpicitur Princeps Намачиваем, qui in levando ех luftralibus undis Archi _­ Duculo _vices egit. Gloriaturldem hac tollera: Mibi dulce ex fente le'vamen.

E se quiserem mais provas eu arranjo, como o sobrenome da casa de Bragança que os meus em 640 nasceu.

E ser Alteza Real de Sangue da casa de Saxe, Bragança, Guimaranes, Portae, Coimbrinae, Portugal não interessa, ter titulos e patrimonio não interessa, o que interessa é as pessoas pensarem pelas vossas cabeças e descobrirem a verdade que os actuais personagens não tem nada.

anonimo disse...

A casa de Bragança rege se de acordo com as Cortes de Lamego de 1145 por sangue patterno. Os direitos me assistem por Sangue, por sobrenome que ninguém tem além da minha família, sobrenome este que vem de Saxe por Dillingen ou Dudingen ou Duens ou Turingen ou o meu atual. E a Verdade acima de tudo Caros senhores, o Sangue patterno desde do seu principio, estamos na republica na qual existem famílias que não as vou perdoar por se apropriarem das quintas da minha família em Celas Coimbra por Vimaranes e em Braga. Os direitos de Sangue de acordo com as Cortes de Lamego é para manter e é Lei na Monarquia.


Em fim o Extracto da minha Historia acaba „ com estas palavras, pag. 2574: Se he verdade, como ,,Je affirma, que todos aqiielles, que descendem dos Duques de Bragança seja por machos fjcja por fêmeas legítimos, ou nao, tem hum direito adquirido de fiicce„ der na Coroa de Portugal, cada hum conforme o seu ,,gráo; he certo , que no Mundo nao ha Throno mais ,1 firme , que aquelle , e que a prodigiosa individua' ,tçaÕ, em que entra o Padre Sousa , notando, como ellc Jffaz, todas asfiliações da Casa de Bragança, as mais „ apartadas , e as mais indirectas, nada tem de demafiada ; porque por este meyo, ejle numero infinito de „ pretendentes, ìogo pôde Jaber sobre que a sua pertençaõ se funda , e em que ordem pôde pretenier huma vtaò bella succejsati. Confeflò , que me deixou a£ „fombrado esta sinceridade dos Padres de Trévoux: „ Se he verdade, dizem, como se affirma. E quem po,,deria haver affirmado huma semelhante quimera. Seria necessário ser da ultima credulidade, e simplicidade para lhe dar fé. A succeçàõ ao Throno de Portugal he pelo direito do sangue, regulada nas Cortes „ de Lamego do anno de 1145, conforme as Leys de „ Lamego, que alli foraõ estabelecidas, como eu o refiro no tomo i. da minha Historia , pag. 57. E o que „eu também escrevi a respeito das Cortes do Reyno, „ celebradas em 1674, e em 1679, e 1698, e que trago „ no tomo 7. pag. 677, e no 8. pag. 498, podia abrir „ os olhos a estes Padres, ainda que o viflèm com * pouca attençaõ , sobre a realidade desta tradição, y, para naõ cahirem no erro de a produzir em humas n Memorias , que devem servir para a Historia das j, seiencias, e das bellas artes. 1 » Quanto à prodigiosa individuação, em que es„ tes Padres dizem , que eu tenho entrado, notan* „do todas as filiações da Casa de Bragança, eu o fiz, „ naõ pelo fim , que elles apontaõ; porque antes do seu Extracto naõ sabia, que houveste peslòa no „ Mundo, que as lèguras lè este modo de succéder na v Coroa de Portugal pelo direito de descender da Casa de Bragança; mas com o fim de cumprir à obrigaçaõ de fiel Genealogista, que he dar a cada hum „ o que lhe pertence. Para o que he necestàrio obíèr„var, que cada Ramo, que se separa do seu Tronco, faz huma Casa à parte, a qual se pode gloriar „ das suas producções, e das suas allianças, compon„ do ella só huma Historia Genealógica particular.


anonimo disse...

Agora para rematar a conversa da casa de Bragança, depois de descobrirem o apelido desta casa e encontram na Alemanha na Saxónia. Os historiadores vão ter formação especifica de reciclagem de História e as pessoas que me criticavam que não podia ser, agora que tenho registos aonde estão esses ditos Senhores!!

Lucidus Vimarani. E, Vimara Froilani. Por. que Vimarano era nome proprio de homem,do qual foi chamado Illfus P. hum filho del Rei D. Affonfo I. de Leam: o qual nome também foi feruia de fobrenome, fegundo o confirmo, Lucidus Vímarani, quer dizer, Lucido filho de Vimarano." ! Vimara, tambem ê nome de houro deleza mem, e afsi Froilano. Vimara ;">'; Froilani, è o mefmo que Vimara filho de Froilano

Vimarae alius ex eadem familia fucceffor eft datus, cuius nomen memoriae proditum non eft (Ifquariam nonnulli codices habent fufpicor falfò).Is duobus confanguineis, nihilo fànior cüm effèt, Regis iuflù carceri eft mancipatus.

Vimara fuffe&us vita fimili,fiue cafu,fi- Regno Francorum vfq; in septimam generationem, & ^ E. ue proditione in flumine Minio periit.Vimarae

Duque de Santilhana, & de fua mulher D.Eneca, filha do Infante Vimarano, que era filho del-Rey D.Afonto o Catholico de Leaõ

FERDINAND II. of the name, Duke of BRAGANZA, and VIMARANA. Mong the Children of Ferdinand first of the name Duke of Braganza; King Alphonso gave him the Seigneury of Vimarana

Comte De Vimarie & raymond, dont vint le Comte Wigman surnommé le Grand.

Cafa de Vimaranes. & firment illo refiamêto/imulórillo placito. & componat ipfa dña maior Ó"fuos filios illa centura lex de illo teflamento ó

Edouard de Portugal qui espousa Isabeau fille de Iacques Duc de Bragance, de laquelle il eut un fils & deux filles,asçauoir Edouard de Portugal Duc de Vimarana Connestable de Portugal,mort sans hoirs. Marie de Portugal femme d'Alexandre Farnese Duc de Parme. Et Catherine de Portugal mariée à Iean de Portugal Duc de Bragance

Edovard de Portugal deuxiefme du nom Duc de Vimarana, filho de princeffe Isabel de Portugal com Rei D. Manuel I, de la Maifon de Portugal

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O meu 8 avô paterno João Vimarae de Celas é o Joannes V de Portugal.
O meu 7 avô paterno Jorge Mello, senhor do Infantado e senhor das Naus e teve um único filho que vem em linha até aos meus da minha família que não são Mello ou Melo, não.

A minha 8 avó Materna Mathilde Ferz ou Fez, é filha de Gafpar Benemerino Rei de Fez de Marrocos que faleceu em 1641, esteve em Fez 300 anos e quem são esta família? São da Bohémia caros Senhores

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Sepulchrum hoc Gasparis Benemerini Infantis it Fez, y ejus familiee de Benemerino.* This is the burying-place of Gaspar Benemerini prince of Fez, and of his family the Benemerini.';The family of the Bellimerini, or Benetriirini, which had been in possession of the throne of Fez and Morocco above three hundred years,

Sepulchrum hoc Gasparis Benemerini Infantis it Fez, y ejus familiee de Benemerino.

Theutonio de Braganza, qui portera le titre d'évêque de Fez

1742 - ‎Buhazon König zu Fez war aus dem stamme der Merinis Oaas, Könige dieseslandes und kam durch seine klugheit ... Allein weil dieser mit andern geschäfften überjet war, konnte er ihm nicht nach wunsch helffen, so daß Ä mit dem Könige Johanne von Portugal einen traÄ so, welcher ihm ... Bukowski eine alte adeliche und nunmehro Freyherrliche familie in Böhmen und Mähren führet von ihrem alten ..

1786 - ‎1289 du consentement de ses frères, au Roi de Bohème WENcESLAv II. ... Diepoldisualde, lWrouvenslein, Lewenstein, Seydou e, Heyn, Statim, Tufenou e, Sumauy-Ferz, Caslrum Radeherg, Lybenteil, Vylin, Oppidum Rad

Cumprimentos,

Pedro Cruz disse...

Esta gente está toda louca. Cortes de Lamego? El Rei D. João V casado com a filha do Rei de Fez? Os Duques de Lafões nunca pertencerão à casa de Bragança por linha directa. Quer queiram ou não D. Duarte Pio é por sangue e por hereditariedade de D. Afonso I Primeiro REI DE PORTUGAL. Viva Portugal por El Rei D. Duarte.

anonimo disse...

Se a gente está toda louca, Joannes V casou uma Senhora, não foi Anna d´Áustria, não.

Leopoldo I teve duas filhas a primeira era Maria Teresa d´Austria casou primeiro com Louis XIII e a esposa faleceu em 1689, a segunda e única filha de Leopoldo Anna d´Austria casa com Louis XIII em 1693.

Lettres Patentes portant reglement pour 1643.

la Couronne , & de toutes recherches aux Chambres de Justice. A Paris au mois d'Octobre 1643. Lettres Patentes portant confirmation des Statuts des Maistres Filleurs de soye de la Ville de Lyon. A Paris au mois d'Octobre 1643. Reg. le dernier Decembre de la mesme année. 1 Vol. des Ord. de Zouis XIV cotté 3 H

Lettres Patentes portant don à Anne d'Austriche Reine de France, des Duché de Bourbonnois , Comtez de Forests , de la Haute & Basse Marche, des Duché & Comté d'Auvergne, de la Baronnie de la Tour, & du Duché de Bretagne , pour en joüir par elle , pour ses deniers dotaux & son doiiaire. A Paris le 12 Octobre 1643. Reg. au Parl, le 11 Février , & en la Ch. des Comptes le 14 Mars 1644.1 Vol. des Ord. de Loiiis ATIV cotté 3 H fol. 124.

E se quiser mais registos de Anna de Austria eu tenho. Se D. Joao V com Anna mostre me as cartas de casamento como eu tenho, cartas em latim da minha 8 avó materna de Fez, reino de Fez e da Bohemia.

E esse sujeito ade provar por sangue de acordo com as Cortes de Lamego de 1145, vai fazer o teste de ADN e como não tem, quando estivermos na monarquia tradicional, todos os que o apoiam ao sujeito vão com ele daqui para fora, vão de certeza absoluta.

Eu guardo tudo caro senhor, nomes de familias que apoiam o sujeito, pessoas singulares como você.


Porém, Senhor, a Honra de Vossa Magestade, e a dignidade da Nação ainda requerem mais, e Vossa Magestade Imperial não póde deixar de ouvir as suas vozes, quando mesmo estas sejam contrarias ás do sangue. O Sr. D. Miguel, como já dissemos a Vossa Magestade Imperial, foi o primeiro crituinoso contra os Direitos da Rainha, e contra a liberdade da Patria; não se teria commettido o crime da usurpação, não se teriam ensanguentado tantos patibulos, não se teriam enchido os carceres de victimas, não teriam ahi sido barbaramente assassinadas muitas, não se teria coberto o Reino de luto


Decretar o seguinte: Art. unico. O Infante D. Miguel, Usurpador da Coroa da Rainha, é pelo presente Decreto destituido, e exauthorado de todas as honras, prerogativas, privilegios, isempções, e regalias, que na qualidade, e pelo título d'Infante lhe pertenciam, e não poderá ser mais tratado, ou nomeado tal nestes Reinos. Os mesmos Ministros, e Secretarios d'Estado assim o tenham entendido, e façam executar. Palacio das Necessidades, em dezoito de Março de mil oitocentos e trinta e quatro. — D. PEDRO, DuauE DE BRAGANÇA. — Joaquim Antonio d'Aguiar. —Jose da Silva Carvalho. —Agostinho José Freire, — Francisco Simões Margiochi.

A succeçàõ ao Throno de Portugal he pelo direito do sangue, regulada nas Cortes „ de Lamego do anno de 1145, conforme as Leys de „ Lamego, que alli foraõ estabelecidas, como eu o refiro no tomo i. da minha Historia , pag. 57. E o que „eu também escrevi a respeito das Cortes do Reyno, „ celebradas em 1674, e em 1679, e 1698, e que trago „ no tomo 7. pag. 677, e no 8. pag. 498, podia abrir „ os olhos a estes Padres, ainda que o viflèm com * pouca attençaõ , sobre a realidade desta tradição


Rei da Bohmeia e Fez, o meu 10 avó materno

GASPAR ex seremijfima BENEMERINI Familia, vigefimus fecundus in Africa Rex, dum contra Tyrannos a Catholico Rege arma rogat auxiliaria, fiber effe&us a tyrannide Machometi,sepulchrum hoc GASPARIS BENEMERINI, Infantis de Fez, & cius familia

Theutonio de Braganza, qui portera le titre d'évêque de Fez

Fez foi reino de Portugal durante 300 anos, foi reino de Espanha e da Bohemia.

anonimo disse...

Se souber latim, ainda melhor, Patrinus é padrinho e o meu 8 avô paterno João Vimarana ou João V foi padrinho de uma casamento.


Nempe Luna C_ornuta; qualis tunc etat, ycrgens yin quadrantcm ultimum. ’ I

Ех latere dextero, in tabula tertia, repraelentatur lDivus Joannes Bap.. fille Cum iîlpcrvolanießcro Ею awww: ,deve ¿gaat Dei.’ lpfe v_erò Банане indice demonlirat Panem Evcharillicurn , qui in men@ 'Emmaüntina proponitur, Астра; 5ап&о _Baptjllgc Rex Portugalliae Joannes V. idem Sereniflimi Neo-Nati Patrinus, de Huumè manu lava. fchedialina tenens cum infcr'iptis Nominibus Baptizati ; _manu vero dextera Nomen, ordine Iecundum , demonßrans ,qubjunélo hoc hernillichio: NomengeritI/leßcundum; nempe Joannem. « Роне ipfum Ьппс Regeln galeatus confpicitur Princeps Намачиваем, qui in levando ех luftralibus undis Archi _­ Duculo _vices egit. Gloriaturldem hac tollera: Mibi dulce ex fente le'vamen. ` `

Caeterùm in ejusdem tabula: falligio le infinuat Divus Andreas Apollolus.aurei Velleris Patronus: qui ênubibus idem Vellus porrigit, Neo-Nato deferendum. Inlcriptio fociata:

Amp/ius aurate mite/feet pelïus ab Agne. Ех latere Витю, in tabula tertìa, fp_eéiantur Imperator@ Außl'lßci; quosiuserglorioñllmiœ memoria: LEQPQLDLIS, l. emitter. @slim . i _ . . ‘ in aërc in aëre fic diélam .vulgò Moniìrantiam cum epulo Evchariiiico gemini Angeli, iupervolante hac inferiptione: Ecce Panis Fortium l


Os Vimarana ou Vimara ou Vimarae vem desde 900 e com cartas em latim, da casa de Vimaranes de Braga e Coimbra, de onde a minha família é originária. E mais temos todas as ligações da Saxonia por Turingia, a Hesse por Dresden com meu actual sobrenome.

Prince de Portugal, 6. fils du grand Roy Emanuél. Elle fut Tt»nctitrite nourrie & esteuée à la vertu& la pieté par fa mere Isabelle ^'mÌ!^ ^e P°rtugal Jacques de Portugal Duc de Bragance,. a» ch»p. i. auec son frère Edouard Duc de Vimarana, &Connestahlc x l"vi d i ^c ^ortuSa^ >& ^a ^ocur Caterine Duchesse de Braganccr 1. Editt/n." dont estissu Iean IV. à présent Roy de Portugal.

Portugal ^a Maison de Bragance qui est la première Sc la plus iiBiagancc, lustre du Royaume de Portugal, prend son origine de Iean d argent au j. dunom qui commença de régnerl'an liît. Sa haute ex sautoirde «• » i n- ■ Jgucuiics, traction & les alliances par mariage que de temps en temps chargé de elle a pris dans la Famille Royale


O tronco principal da Bourgonha está em mim, Eudes I da Bourgonha tem irmãos, como o conde Henrique e tem um sobrenome, esta malta tem um sobrenome igual ao meu actual.

Em vez de usurparam casas, títulos dos Reis Legitimos sejam homens façam o teste e com a Inglaterra a mediar o teste. Sabia que Isabel II vem de uma irmã de Henry I Inglaterra, sabia qual o sobrenome de Henry I de Inglaterra ? da casa de Inglaterra, da casa de Lancastre, de gant? tem todas um sobrenome comum.

Descobra

anonimo disse...

Algo que não consigo compreender, quando se deu o assassinato de D. Carlos e D. Luis, estiveram presentes republicanos, maçonaria e membros da monarquia que cuspiram no prato que comiam. Todos mataram a monarquia, assassinaram pessoas inocentes, mas todos hoje vão celebrar os momentos de tristeza que os outros ajudaram a concretizar.

Titre(s) : Regicídio [Texte imprimé] : a contagem decrescente : monárquicos, republicanos e carbonários na preparação do atentado de 1 de Fevereiro de 1908 / Jorge Morais

Police found republican Afonso Costa and Francisco Correia Herédia (viscount of Ribeira Brava), both armed, at the Municipal Library elevator with


E hoje querem colocar os descendentes dos assassinos no tempo de D. João VI e de D. Carlos a rei, mas os criminosos não foram julgados, até foram herois e tenho uma foto da época em cima de um carro muito antigo a celebrar a Republica.

Francisco Correia de Herédia, 1.º Visconde da Ribeira Brava, a celebrar a implantação da república.

Os dissidentes foram os principais financiadores, tendo a Carbonária fornecido os homens. Sabe-se que as armas usadas no regicídio foram levantadas do armeiro Gonçalo Heitor Freire (republicano e maçom) por Francisco Correia de Herédia, 1.º Visconde da Ribeira Brava, um dos principais membros dos dissidentes

A republica paga soma consideráveis a um membro que se diz monarquico para ascender a rei, a republica que matou a monarquia, agora apoia ! é estranho, apoia no posto de uma fundação republicana, paga dinheiro de todos nós.

É caricato

anonimo disse...

Só existiu um Leopoldo I da Áustria, só um depois deste veio Leopoldo II, III e por adiante.

Les amours d'Anne d'Autriche, épouse de Louis XIII. Pierre Le Noble - 1693

pour servir l´histoire d´Anne d´Auftriche Epouse Louis XIII. Roi de France, par Madame Motteville, une ses favorits 12.5 vol Amefterd 1723

Lettres Patentes portant confirmation du Traité de Suſpenſion d'Armes en italie, conclu à Vigevano le 7 du preſent mois, 1696. entre Leopold- Ignace d'Autriche Empe Edit ſemblable adreſſé au Parlement de 1696.reur d'Allemagne, le Roy, & Charles d'Autriche Roy de Caſtille , de Leon &c. AFontainebleau le 22 Octobre 1696.

Louis XIV, Saint Germain en Laye le Dimanche 5 septembre 1638 , & succeda à Loüis xIII du nom son Pere, le Jeudy 14 May , 1643, & fut marié à Saint Jean de Zux le 9 guin 166o, avec Marie-Therese d'Austriche morte à Versailles le 3o 7uillet 1683, fille de Philippes d'Austriche IV du nom Rey d'Espagne & d'Elizabeth de France, de laquelle il a eu Louis de France, Dauphin de Viennois qui suit, Philippes de France Due d'Anjou mé le 5 Aoust 1668, mort le 1o juillet 1671 . Louis-François de France Duc d'Anjou né le 14 guin 1672, mort le 4 Novembre suivant. Anne-Elizabeth de France née le 18 Novembre 1662, morte le 3o Decembre suivant,Marie-Anne de France née le 16 Novembre 1664, morte le 26 Decembre de la mesme année , & AMarie Therese de France née le 2 janvier • 1667, morte le I Mars 167z. zouis de France Daupbin de Viennois né à - Fontainebleau le 1 Novembre 1661.

Eu exijo toda a verdade e a verdade custa a ler com registos de cartas entre reinos, cartas em latim, forais e nisto tudo eu só quero a verdade.

Quero ter o que tive na família desde do inicio do reino de Portugal, porque a família já vem muito lá para trás, com dados, registos. As pessoas quando vem à televisão e dizem ser descendentes de D. Afonso Henriques, o povo ignorante acredita, pois mas existem muitos portugueses descendentes por linhas colaterais de D. Afonso Henriques, é verdade. Mas este sujeito ade provar com ADN para cumprir com as Leis da monarquia. Estamos na republica e não numa monarquia, não estamos pois não !

Os conceitos são totalmente opostos.

Mas o tronco principal patterno só a minha família é que tem um núcleo restrito que tem o sangue Real como alguns querem apelidar, é errado dizer isso.

Toda gente quer ser rei, principes, princesas, duques, condes, viscondes sei lá mais o quê, na Republica podem no ser, são livres caros Senhores, livres.

Na Monarquia a conversa é outra, a verdade é outra, o sangue é outro e as Leis são outras.

anonimo disse...

Quando estivermos na Monarquia Tradicional, vou elaborar um Artigo 2, neste vou incluir tudo o que é prejudicial para Portugal, como fez o monarca D. José I, a Rainha D. Maria aos traidores que o tentaram matar, existem famílias de hoje que foram vitimas de outros que atiraram a pedra e esconderam a mão.

Foi muito triste D. Manuel II ter que sair da terra dele, da família dele, que lutou com tantos Portugueses para termos o Portugal que tivemos e durou 750 anos de festas, de conquistas de novos povos, novas culturas e tristezas da Inquisição. Tiveram que sair num barco para se exilarem e não deixou testamento, nem herdeiros.


Eu guardo tudo, tudo o que nós fizeram. Morreram mais portugueses em guerras aquando da republica, que no Portugal da monarquia, é estranho e queriam melhorias para o povo, queriam liberdade, queriam igualdade, pois tiveram e pagaram com a vida muitos que defendiam ideais, ainda temos gente que quer o poder do Estado que pague tudo, errado, muito errado. O Estado não produz nada, só colecta impostos e Portugal não pode ser só isto.

Para essas famílias inocentes que foram demasiado prejudicadas, vou lhes restituir tudo por direito de sangue. E todos sabem do que falo, eu tenho palavra e Verdade.

Boas Festas e Bom Natal para todos aqueles que continuam a pensar errado mesmo com registos.

anonimo disse...

E para rematar qualquer conversa da legitimidade do Sangue. Você vive numa ditadura, não vive na democracia, porque neste processo de Democracia da Republica não se impõe a outros o que você quer e que outros que não tem direito nenhum impor aos restante uma mentira e como afirma isto.

"Quer queiram ou não D. Duarte Pio é por sangue e por hereditariedade de D. Afonso I Primeiro REI DE PORTUGAL".

Existem Leis para cumprir, na Republica como na Monarquia e recentemente fizeram um rastreio de ADN até D. Fernando I Rei de Portugal, o filho Sancho I o gros, tem mais ADN a Savoie e a Guigues que a Bourgonha, apesar de que o meu sobrenome, está como filho de Guigues e irmão a Savoie e Maurienne, irmão a Eudes I da Bourgonha, da casa de Farnese no tempo dos Filipes I, II de Espanha, D. Afonso Henriques teve um irmão Eduardo com o mesmo nome de casa que o meu 8 avô patterno.

Guigues é pai da casa de Berengario em Itália, Guigues é pai de meu sobrenome, criaram casas ducais que casaram a Portugal, com os Tavoras, Cadaval, Bragança, Oropesa e outras casas e neste processo o sangue é que dita as regras na Monarquia. Afonso VII de Castela e Leão é filho de Raymund de Bourgonha o duque.

D. Fernando I - No caso em estudo, verifica-se que o rei D. Fernando, entre os 256 sétimos avós (geração 9) tinha apenas 123 pessoas diferentes, sendo que 21 delas são desconhecidas. O que dá uma taxa de consanguinidade de cerca de 53%. Portanto, em vez dos 256 sétimos avós diferentes que todos em teoria temos, D. Fernando tinha apenas 123, consanguinidade que aumenta com o recuar das gerações, uma vez que entre estas 123 pessoas há alguns irmãos e muitos primos próximos.

D. Fernando é apenas 7 vezes descendente do seu 7º avô por varonia, o conde D. Henrique de Borgonha, herdeiro da representação dos duques da Borgonha (1,43% de consanguinidade), mas 9 vezes descendente do conde D. Raimundo de Borgonha (2,59% de consanguinidade), e 18 vezes descendente de Guilherme I o Grande, conde de Borgonha e Macôn (pai deste D. Raimundo). É aliás curioso verificar que seu primo e contemporâneo D. Enrique II, rei de Castela, é 12 vezes descendente do conde D. Henrique, portanto quase o dobro do que D. Fernando.

D. Fernando podemos aqui destacar ainda D. Raimundo Berenger III, conde de Barcelona (15 ascendências), D. Afonso VII o Bom, rei de Castela (14 ascendências), Umberto II de Saboia, conde de Moriana (14 ascendências), Guigues III, conde de Albon (12 ascendências)

Geração 9

256 - Henri de Bourgogne, conde soberano de Portugal, ca 1069-1112
257 - Tereza de Castilla, rainha-condessa soberana de Portugal, 1080-1130
258 - Amédée III di Savoia, comte de Savoie, ca 1095-ca 1148 - acima=>208
259 - Mathilde d'Albon, comtesse, ca 1100-1145/ - acima=>209
264 - Alfonso VII, el Bueno, rey de Castilla 1105-1157 - acima=>176
265 - Bérengère de Barcelone, reina, +1149 - acima=>177

Geração 10

321 - Bérengère de Barcelone, reina, +1149 - acima=>193
322 - Afonso I, o Conquistador, 1º rei de Portugal, 1109-1185 - acima=>128
323 - Mathilde de Savoie, rainha de Portugal, ca 1121-1158 - acima=>129
324 - Sancho III, el Deseado, rey de Castilla, ca 1133-1158 - acima=>132
325 - Blanca de Navarra, reina, +ca 1157 - acima=>133
326 - Henry II Plantagenet, Courtemanche, king of England, 1133-1189 - acima=>134
327 - Aliénor, queen, duchesse d'Aquitaine, 1126-1204 - acima=>135

É obrigatório ter ADN da Realeza Portuguesa, para respeitar a Lei da monarquia. Viva Portugal e a Verdade

anonimo disse...

França, Austria, Inglaterra, temos casas ducais como Aigrefeuille, Rochechoaurt de Mortmart de Ysalguier e que este casa com Mercende du Falgar filha de Dauphin de Viennois. Da casa da Áustria por Frederico I e a Savoie e Fauge ou Fauga ou Hauga fils de Guigues. Da casa de Valois temos Philippes Augustus Rex e mostra quem são os seus sucessores.

Hic jacet reverendissimus in Christo pater dominas Guillelmus de Agrifolio, decretorum doctor, tiluli Sancli Slephani in Cœlio monte, sandœ Romance Ecclesiœpresbiler cardmalis, qui obiit die 13' mensis, anno a nativitale Domini 1401. Anima ejus requiescat in pace.

Helaine d'Aigrefeuille, dont on ignore la postérité. Marguerite d'Aigrefeuille, femme de Jean de Falgar, fils de noble et puissant seigneur Guigues, baron de Falgar, dioceze de Beziers, et d'Izabeau de Roquefeuile.

Dauphin de Viennois, fils du Roi de France. Son frère aîné , qui continua la lignée , épousa en 1443. Misene Isalguier, laquelle institua pour son héritier , par son testament du 3. Juillet 1483. son fils aîné , Manaud, Seigneur de Noé , de Saveres, d'Audars, de Fauga ou Hauga

Cela estant , il faudroit qu'il eût esté marié trois fois j car il avoir épousé auparavant l'an 1106. une Princesse du Sang 1106. Royal d'Angleterre, à laquelle on ne donne pas d'autre nom que celuy deReine,parce qu'en ce temps-là les filles de Roys, quoy que leurs maris ne fussent pas Roys, confervoient toujours la qualité de Reyne.

Cette Princesse estant morte fans enfans, il épousa en secondes ou en troisièmes nôces Ine ou Agnès de Barcelonne, fille de Raimond Berenger Comte de Barcelonne, & de la Comtesse Adalmode , de laquelle il eut

Guigues III. dit Dauphin , qui luy succeda:

Mathilde ou MAHAut , qui épousa Amé III. Comte de Savoye, & qui fut mere de huit enfans , & entr'autres d Humbert III. Comte de Savoye, de Piémont & de Maurienne ; & de Mahaut de Maurienne ou de Savoyè, femme d'Alphonse Roy de Portugal.

1741 - mier le nom de Comte de Piémont, & de Lombardie, laissa de Mahaud d'Albon, fille de Guigues III. Comte d'Albon, de Vienne &c. Mathilde, ou Mahaud femme d'Alphonse I. Roi de Portugal, & après la mort du Roi son Epoux, elle se fit Religieuse parmi les Religieuses de "Sainte Croix de Coimbre. Moreri Dict. c H A P I T R E III. Memoires des Princes, & des Princesses de Portugal. Ferdinand de Portugal, Duc de Viseo, ...

Philippo rege Francorum, ego Bcrengarius abbas Villæ-magnae per me & per omnes meos fucceffores, & ego Ramundus de Grazelis, & ego Bcrnardus de Brazill, & ego Guillelinus Marescots, & ego Aimericus de Labroca, & ego Sicardus Aimerici , & ego Guillelmus Coftauz, & ego Petrus Morgues, & ego Guiraudus Tolzanus, & ego Guilielmus de Vilaiglino, & ego Ramundus Malerius, & ego Ugo de Born, & ego Stephanus Maurelli, & ego Johannes Rafeire, nos omnes fupra fcripti per nos & per omnes homines & populum Villæ-magnae communi confilio, & voluntate damus, laudamus, & concedimus tibi Salomoni de Felgariis & tuis in perpetuum

Legitimidade pelo sangue e o sobrenome que vem desde 756 até hoje.

Pedro Cruz disse...

Para quem quiser ler

As Cortes de Lamego 1143 e as As Cortes de Lamego 1641

"Estas são as leis da herança do nosso Reino...: boas são, justas são, queremos que valham por nós, e por nossos descendentes, que depois vierem"

Como escreveu Luís Reis Torgal, "as actas das cortes de Lamego é um documento claramente forjado com uma evidente intenção nacionalista. Nele aparece concretizada a “eleição” do rei, D. Afonso Henriques, pelos representantes do clero, da nobreza e do povo, e, mais importante ainda, aparece formalizada uma lei de direito sucessório, inexistente nas nossas Ordenações. Nessa lei salientavam-se os seguintes pontos: as mulheres tinham o direito de sucessão e não poderiam casar com estrangeiros ou, no caso de virem a fazê-lo, nunca o seu marido poderia reinar em Portugal, porque era tido como princípio sagrado que o, pais nunca fosse governado por “estranhos”.

Segundo este documento, as referidas cortes ter-se-iam, dado em Lamego, supõe-se que em 1143. Nelas teriam estado presentes procuradores do povo, o que (entre outros motivos) vem comprovar o carácter apócrifo do documento, dado que nem nas cortes de Coimbra de 1211 estiveram representantes dos municípios. Após a “eleição” de D. Afonso Henrique, feita pelos elementos representativos dos três estados, há a preocupação de imediatamente se fazerem “leis da herança e sucessão do Reino”. Nos princípios considerados para essas leis parece notar-se a influência das Alegações de 1580. Transcrevemos da versão portuguesa que Frei António Brandão faz das “actas” a parte mais elucidativa: “Viva o senhor Rei Dom Afonso (...) Estas são as leis da herança do nosso Reino, e leu-as Alberto Cancelário do senhor Rei a todos, e disseram: boas são, justas são, queremos que valham por nós, e por nossos descentes, que depois vierem".

Desta forma apresentava-se “um documento” que era, por assim dizer, a prova textual de que, por um lado, D. Catarina poderia ter sido legitimamente rainha de Portugal e Filipe II não teria qualquer legitimidade para sê-lo. Como se disse, era evidente que o documento era apócrifo e Frei António Brandão, o mais íntegro historiador da Monarquia Lusitana, bem o sabia, como parece poder depreender-se das suas palavras. Mas, de qualquer forma, era de grande utilidade nacional e, por isso, durante a Restaurarão, nem sequer se hesitou em relação à sua validade. Ele foi utilizado como lei fundamental do reino para provar a legitimidade de D. João IV e o facto é que não ficou por aqui a sua legitimação - até à vitória do liberalismo em 1820 as “actas das cortes de Lamego” foram tidas como lei de sucessão e em 1828 foram de novo invocadas para provar a legitimidade de D. Miguel.

Pedro Cruz disse...
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anonimo disse...

Olhe defenda o seu candidato na Republica e ele pode ser rei na Republica.

Você não entendeu nada de nada, quando passarmos à monarquia a conversa é outra

Pedro Cruz disse...
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anonimo disse...

Olhe, o que está publicar não tem fundamento de prova, não. Isto é de Mumadonna minha antepassada, com ligação a Leão, Silon e Fruela, mas eu tenho em latim, cartas de forais da minha familia Ordonhos, e restantes reis Vimara ou Vimarana. Possuo registos anteriores a 900, registos em latim até 1815

950

Sub christi imperio et indiuidue sancte trinitatis patris et filii et spiritu sancti. Nos Mummadonna simul cum filius meos Gunsaluus Didacus Ranimirus diaconus Onecha a deo uota Donnus nunus et Arriane. Pari etenim consilio nostro coadunati fuimus in loco predicto uilla uocitata Vimaranes et adnuit uoluntati nostre ut mos uniuersse nationi terre fieret inter nos diuisio facultatum nostrarum ad confirmandas propagines nationum et euitandas hereses contemptionum. Igitur Ego supradicta Mummadonna a deo disposito parentibus precectum complenda coniunta sum in matrimonio uiro meo diue memorie Domno Ermigildo et generans ei proles iam prefatos dicessit ipse uir meus incedens uiam uniuersse carnis compleuit dies suos funtus offitio. Ac deinceps remanens Ego aducin hac mortali carne ut superius diximus incoauuimus diuisione cum genitos a me filios. Accepi Ego Mummadonna villas trabelle et silvares quod iam tenebant filii mei in casamento a nobis concessas. Conpleto numero filiorum sex. et Ego in diuisione equaliter settima. Et quod residue fuerint ex ipsas uillas accepi Ego quinta tam pro me quam pro uiro meo et filii mei illas alias quatuor portiones in hereditate possidenda. Euenit in portione Mummadonna in illa quinta extra iam duobus prenuncupatis uillulis quod supra fecimus mentionem Acamantio in ripa Vhuliae Fraxino in ripa huliolae Eorulgii Sancta eolalia in ripa AuiZelle Atanes suagio et monimenta et adiuntionibus de camanto sicut, resomat in comellum genitori nostro Donno Ermigildo Euenit in pars Gunsalui nesperaria chagra sauto de auacos uasa tria et in farazone ratione qui fuit de donna Sarcuria. Euenit in ratione Didaci Turisi Castrellos Chira palatio de boruem Geneceo Quireza Nocecho et Angorza. Euenit in portione Ranimiri diaconi Laustello Archa remedio sautum de mulieres cum adiunctionibus suis terras et pumares de sancto petro Vanat Vilia redi Verdulegio illa ratione que uobis incartauit Ero baltariz Sanctum Martinum manancos spinitello et quintanella qui sunt in centum cortes. Euenit in parte Onecha deuota Vimaranes cum suis abiacentiis Lalim cum abiuntionibus suis Dorsum Varzena in ripa de durio Plato antile Cheresi tello in ripa limie sancto Martino de ebreos Mangunario in ripa de uarazone. Euenit in portione Nuno Chaualiones cum abiuntionibus suis Fenali equo sancto cipriano cum abiagentiis suis Pars sanguinieto medio saucto de Senabregio Laratom et Pausata meliorata et fonsim. Euenit im pars Arriani Nouellas cum abiuntionibus suis Arauca Oliuaria palus Cernatella Muscosio Plazenti Jacinti de tamecha. Et qui hunus ex nobis ad infringendum uenerit hunc culmellos diuisionis chareat omne sua portione in hasvillas desuper nominatas. Factos comellos diuisionis Nonas kalendas Agustas. Era DCCCC" LXXX" VIII". Munmadonna hunc culmellus diuisionis quod fieri iussimanu mea confirmo. Gunsaluus in hunc culmellus diuisionis manu mea confirmo. Didacus in hunc culmellus diuisionis manu mea confirmo. Ranimirus diaconus in hanc culmellus diuisionis manu mea confirmo. Onecha deuota in hanc culmellus diuisionis manu mea confirmo. Nunus in hanc culmellus diuisionis manu mea confirmo. Arriane in hanc culmellus diuisionis manu mea confirmo. Christus. didacus presbiter Notuit Confirmauit Roborauit. • (Ibidem, LXI, p. 35.)

Vá descansar

Pedro Cruz disse...
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anonimo disse...

Vamos ver se nós entendemos, se digo que a Mumadonna e leão, são meus antepassados é porque são, falam de casa de Vimaranes e de Vimara e neste processo os Vimara não desapareceram do tempo, não, continuaram e tudo que publiquei você não leu.

E continua a publicar coisas do Estado Novo, eu apresento lhe registos da monarquia, a torre do Tombo não tem toda a informação, caro senhor e o Estado Novo, inventaram situações que é inadmissível.

Quando falo de Vimara e Vimarae, encontramos em Saxónia Saxe e Hesse o meu actual sobrenome e os reis Portugueses, pela qualidade de D. Afonso Henriques tem um sobrenome, tem uma casa que deu acesso a Portugal.

Nos registos da Casa Real Portuguesa de 1740, mostra a ligação à Saxónia a thuringia e na Alemanha encontramos Vimara ou Vimariae e aqui encontramos também um sobrenome e das ligações a Guimaranes, Braga, Viseu, Coimbra, Algarve.


Nos registos que possuo de Mumadonna mostra nos forais que a família tem duas quintas, uma em Celas Coimbra e outra perto de Braga.

Os Reis Portugueses, tiveram sempre uma casa Vimara nos seus nomes, sempre e com tantos registos que você tem, não tem o importante, o meu 8 avô paterno Joannes V de Portugal, tem em seu nome uma casa de Vimariae e esta casa na Alemanha é Dux Vimarae saxoniae, no Porto mostra com registos em latim das festas de S. Miguel de 1733 que a Igreja existe desde 1112 em Portugal.

Todos os Reis Portugueses, tem uma casa chamamada de Vimarana ou Vimarano ou Vimarae e vem do tempo de Leão de Espanha, por Mumadonna Dias, esta casa Dias vem de Roma, esta Senhora casou com filho de Rei e desceu descendência. O segundo de João V que os registos portugueses não mostram, foi Jorge Mello senhor do Infantado com decreto de sua avó a Rainha.

No tempo da Monarquia existiam Casas, leu bem, casas, os lugares eram dotes e casas.
Na republica ninguém tem sobrenome, tem sim nomes de casas, Mello, Barbosa, Pereiras, Sá estas duas vem de lugares, casas e dentro destas casas temos um sobrenome comum.

Era eta fenhora da cafa de Barbofa, de cuja grandeza fe tem dito em algũs lugares do tomo antecedête

e do muito generoso Fidalgo, e famoso Cavalleiro Ruy de Mello -, Senhor da casa de Mello , o qual em vida do mui alto , mui excellente, e mui poderojo Principe EIRei D. Affonso V.

mais importante variedade na calidade daspefoas ainda que as vezes fejaó de hum mefmo apelido. Dos Pereiras ja fe tocou em outros lugares, o que

Abbade de Loruão Dom Afonfo húa herdade no lugar de Saas, & neta efcritua età o nome de PeroC,alema entre outros que afsinão

Você vai provar me Se Faz Favor com registos em latim tudo o que publicou em latim, e vai ver que não tem nada, é tudo inventado no Estado Novo. Apresente me se faz favor registos do tempo anterior a D. Manuel II, anterior do condado portugalense.

Fico aguardar e não arranje desculpas

anonimo disse...

Por exemplo o seu nome Cruz, vem de uma ordem religiosa e mostro lhe que nem era casa, nem sobrenome, era parte de uma ordem religiosa, é o como os Espirito Santo pertenceram a uma ordem religiosa que fazia a coleta dos impostos da casa do Infantado, do tal 2 filho de Joannes V, o Jorge Mello que recolhiam os impostos e davam para a Santa Sé, para a casa de Lara e etc.

Provas da historia genealogica da casa real portugueza, ...
1739
e de etante, e manto e almategas, e collares, e capa, todo de fendal azul, ... eta de Damaquim vermelho, e feja dada aa Igreja de Santa Cruz de Santarem, ...

Os cruzes que existiram na zona de Arganil e Coimbra vieram de França e radicaram se em Portugal e nunca tiveram nomes de casas, nem sobrenome, nada.

anonimo disse...

A minha família tem muitas casas e você ainda não entendeu isto

As casas que vou enumerar são da minha família, Mello, Tavora, Pires, Brito, Lima, Atouguia, Noronha, Silva, Meneses, Nogueira, Castelo, Ferreira, Pinto Basto, Ferreira Pinto Basto primo a D. Jose I rei de Portugal o primeiro José teve uma industria de porcelana e não era a Vista alegre, Cadaval até ao 3 duque e que no qual a casa foi encerrada em 1706, Bragança, Oropesa e Vega (foram extintas na republica e continuam para mim), Lancastre (com sobrenome igual à casa de fougeres) que vem de Gant que vem por sua vez de Eduardo III com o meu sobrenome, existem mais casas de ligação.

E por estar afirmar que estas casas são da minha família é porque são, pelos matrimonio entre outras casas com o meu sobrenome e todas essas centenas e centenas de casas pertencem me por sangue.

anonimo disse...

Apresente me coisas assim originais do tempo da Monarquia anno 1792 e em latim como eu tenho e não invento coisas e não usurpo titulos, casas que pertencem à monarquia.


González el mmbre de este Prelado. Yepes escribí© Sumarra Diaz en el Tomo 5. fol. 217. b. nombrándole como hermano del precedente Don Pelayo, y i a los dos como perseguidores . del Santo Obispo Don Pedro , de Mosoncio, no como sucesores. El nombre fue Vimara, ó Vimarano: el apellido, Diaz, hermano del precedente: y herf mano hasta en el mal proceder, . según fefiere la Compostelana, ¡ que le aplica haber servido á , su gloria , y no á Dios , por Jo que murió ahogado en el Miño casualmente, ó por trai\ cion: Cui frater suus ¡Simara Didaci succedens%qui sub pratextu religionis non Deo, sed : suce glories deserviré studuit^ .sivecasiiy sive proditorie, in fiuvium Minei dimersus est.

2 En el año de 101 i.cons, ta su presidencia en Santiago .por medio-de una Escritura

otorgada por la Abadesa Fer.nanda á.favor del Monasterio ,de Samos, y su Abad Mandino , en 15. de las Kalendas de .Septiembre, Era 1049. que fue rel año mil y once , y la confirma Sub X. auxilio Vimarani tríense & apostolice Sedts Eps.jf.

3 • En su tiempo,. y determinadamente día ^ de Marzo

:de aquel año ion. diá'el Rey

Don Alfonso V. al Apóstol una

Familia del Condado Karnota.

que era la de Trasmiro% cotí sus hijos, Gonzalo, Vimaredo, Benedicto, y Gudegeva. Esta familia la tenia cedida al Apóstol su Padre el Rey Don Bermudo , pero habiendo ido á la tierra Forismontana, y fallecido allí; no llegó á formar la Escritura. El hijo lo cumplió en el referido dia y año. Confirman su donación después del Bey , Scemenus Eps. limara Eps. y dos Abades, Janardus, y Arias , sin expresar Jos títulos, con varios Seglares confirmantes , y testigos. El primer Obispo era el de Astorga: el segundo, el presente, que fue el primero en la posesión de Ja Familia , y de toda su descendencia.

También sirve la Escritura para saber lo que se entendía en Galicia por la tierra Forismontana: y era lo que cae de la parte de acá del Cebrero: pues dice que Don Bermudo murió habiendo pasado á la tL'tra- Forismontana: y sabe" mos qué falleció en él Bierzo, de la parte de acá del Cebrero.

4 Duróle poco tiempo i Vimara la Prelacia, siguiéndose Ja desgracia de ahogarse en el Miño antes del 1016.cn que vivía otro. ( acaso con algún claro) y quedó en blanco sin expresar el ano. ■■ ..: " .

2 Por las Escrituras consta el tiempo en que vivía: I Muy desgraciada es la pues una de Lugo i <¡. Kal.Jan¿ serie de Prelados, que nos pin- Era LIIII. post M. que fue

anonimo disse...

Vimarana ou Vimara ou Vimaranes é Guimaranes é a casa de berço da nação de Portugal e tenho em meu sobrenome na casa de Saxe, de onde vem Vimarae e de onde João V tem uma propriedade em Hohenthal, estou cansado de estar a dizer a Verdade. E você vem com histórias do Estado Novo e da torre do Tombo.

In his autem fecundum quatuor illos fummos viros, qui imperante et adiuvante, Divo Carolo Augufio, non Vimariam, non Saxoniam, fed univerfam Germaniam nominis fui fplendore illuftraverunt, noftra aetate nemo aut magis inclaruit ipfe, aut maiorem Vimariae claritatem attulit, quam Boettigerus

Vimarienfi a. 1791, addito titulo et munere confiliarii in fupremo fenatu facro. A. 1804 Dresdam

Boettigerus imprimis ita valebat, ut quamquam crebris falutatorum, qui Vimariam aut Dresdam

17 Oct. 1112. Reditns scholae Portensis Duci Vimariae in 12 annos venditi erant, 17 post annum 1722

Exstiterunt olim Diptycha ecclesiastica, quibus res ab anno 1632 usque ad a. 1676 gestae notatae fuerant, a Caulbelio a. 1633 inchoata, eadem illa, ex quibus Catalogus Pastorum et Inspectorum Portensium adhuc conservatur.

Vimariensi, tradita sunt, cui subditi hoimagiuin eodem die praestiterunt. Ingens tum Portae Huetus, erat, et in calamo notarii,'qui factae venditionis memoriam scripsit, guttae sanguinis visae sunt, quod quidem non casu factum sed Dei providentia tanquam triste praesagium immissum esse praefectus Portensis ita sibi persuasum -habuit, ut in aeternam rei memoriam ad acta publica referri juberet.*) • A. 1718 Administratores Wimarienses conclave quoddam in ecclesia Portensis exstruxerunt, commodum sane et splendidum, sed- deforme, quod tandem hoc anno 1838 destructum est, ut, quo-loco illud fuerat, Collegio Professorum Portensium aptior pararetur consessus.^ Custodis ' ecclesiastici: munerat antiquitus Portae a discipulis quibusdam ad hoe officium delectis administrari solebant: at Bessero Inspectore , a. 1729 d. 9 Febr. primus Custos ecclesiae ordinarius institutus est, cui nomen erat Schorcht.

Pedro Cruz disse...
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anonimo disse...

A minha família tem mais direito ao Trono de Portugal que você possa imaginar, tanta mentira que se criou para favorecer certas famílias espanholas.

Vimaranes no tempo de Mumadonna, vem muito antes, já em Hamburgo e na Saxónia mostra Vimaranses ou Vimarae como casa ou Domus da minha família

Nós Criamos Portugal, nós demos nomes às terras, lugares, criamos casas de filhos de Infantes e vem um bastardo e republicanos maçons ter algo que não tem, não tem sangue e querem resolver as coisas na secretaria passando um pano por cima da verdadeira história, colocando outros sem nada nada

Eu guardo tudo o que me fizeram no passado e hoje, para ter argumentos e ter leis na monarquia se algum dia voltarmos

anonimo disse...

Pacheco é uma casa e pertenceu à familia, Cruz não é, não.

anonimo disse...

O meu nome não é importante, não.

O meu nome é Portugal é tudo e não se reparou que existe um sobrenome isso é que é importante descobrir, descubra mas traga registos originais como eu tenho e em latim, porque esse nome de sobrenome é que dita a diferença

Você não tem argumentos originais, tudo fabricado no Estado Novo, não há um unico registo digno que possa provar de tudo que publicou.

As pessoas hoje querem entender as coisas, não são mais tapados da cegueira de não compreender e ainda bem que é assim, porque assim chegamos à Verdade


anonimo disse...

A minha argumentação é feita por registos de várias épocas, registos em latim e não só e da monarquia.

O nome das pessoas não é nada importante, o que é importante é que os registos das parochias, dos nascimentos, casamentos, mostra quem é quem e em França, fribourg, Alemanha, Itália, Espanha até Henrique II, porque quando a casa de Bourbon ascendeu ao trono em Espanha, antes do nascimento de Carlota Joaquina, este bourbon é sobrinho avó desse rei Espanhol e que não tem sangue de D. Afonso Henriques em primeiro grau.

Isto é para que saiba que o sangue manda mesmo, a Carlota Joaquina filha de Carlos de Espanha não tem sangue de Bourgonha, nem de Savoie, nem de Guilherme o grande. O que tem sim é da Baviera, da Áustria e parte de França por Lorraine e Anjou.

Isto é interessante.

anonimo disse...

Os grandes historiadores que conhece erraram, olhe o nosso conde Henri pai d. Afonso Henriques, que dizem que veio da borgonha, não é verdade e apresento lhe dados de várias investigações por parte de historiadores a provar de onde veio de um ducado de limbourg de bourgonoise e nesta casa temos os mesmos nomes que borgonha tem, e eles apresentam registos a comprar a opinião deles e de dizerem que os erros grosseiros que os historiadores cometeram, mentiras.

Com isto quero afirmar que o pode julgar correcto não é, por isso que quando existiu o casamento do Henri com a filha do rei, o bispo de Toledo queria proibir o casamento, já naquele tempo, nas escrituras das Astúrias

anonimo disse...

Registos da Monarquia se Faz favor, os historiadores que conhece do Estado Novo, não mostra nada disto:

(1) On peut voir différentes opinions sur l'origine de ce prince dans l'Histoire génér. de Portugal , par M. Lequien-Neuville, Paris, 1700, tom. I, p. 70, et mieux encore dans l' Histoire génér. de Portugal , par M. De La Clede, Paris , 1735, tom. I, p. 157, Volfange, dit-il , ( il devait dire : Wolfgang Lazius) le fait naître à Limbourg. Cette altération de nom n'est pas la seule faute qu'il ait commise. C'est une plus grande méprise encore d'avoir, p. 156, placé le mariage de Henri avec Thérèse sous l'année 1072, cette erreur a déjà été relevée par M. d'Hermilly, traducteur de l'Hist. générale d'Espagne, de Jean de Ferreras, Paris, 1744, tom. III, p. 275, note C -- Lazius dans son ouvrage De Gentium aliquot migrationibus a commis de plus graves erreurs encore par rapport au duc Henri, a qui il donne pour frère Adalbert, archevêque de Mayence et pour fils Henri, roi de Portugal et Conrad qu'il dit avoir été le dernier duc de la maison de Limbourg. L.

(2) Duardi Nonii Leonis, Censurae in F. Josephi Teixerae libellum de regum Portugalliae origine, Censura VIII, dans le recueil si rare, intitulé : Hispania illustrata, seu rerum urbiumque Hispaniae, Lusitaniae etc. scriptores varii, opera et studio doctorum hominum (andreœ et Fr Schotti Soc. Jesu, et Joannes Pistorii). Francofurti, 1603, tom. II, p. 1220, seq.


Guigues ou Guigone é pai de meu sobrenome, irmão a Eudes I da Bourgonha

Defpois no anno de M CXLVI. fendo el Rei Dom Afonfo de LlI. annos,& hauendo VII.que era alςa Cafamfdo por Rei, cafou com Dona Mafalda filha de Amadeu Conde de ol. Moriana, 8 de Madama Guigone fua molher, filha do Conde de Al- Dona bon. O qual Amandeu defpois foi Mafalfeito Conde de Saboia pelo Emperador Henrique o V de que defcem dem os Duques de Saboia. Efte he o Amadeu, que vindo da conquifta da terra fãta, a onde duas vezes fora capitão de gére do Papa,morreo na ilha de Chipre, & jaz enterrado na Abbadia do monte dc fan ta Cruzjunto a Nicofia,cuja genea logia he decender de Emperado, res de Alemanha, & Duques de Sa xonia, como Damião de Goes efcreucocó muita diligencia na chro nica del Rei Dom Manoel Dema .neira,que Dona Mafalda per oiigo era de Alemanha, & per natureza Francefa. Polo que fica manifeto o erro dos chronitas Portuguefes & Catelhanos, que a fazem filha do Conde Dom Henrique de Lara,& outros do Infante Dom Afófo de Molina,qainda não era nafcido, nem nafceo dahia muitos annos, porque concorreo com el Rei DomSancho Cappello bisneto da mefma Rainha Dona Mafalda, como em fúa vida fe dira.Do qualer ro fe podera tirar o chronita Portugues,fefefoccorrera aa torre do Tombo, porque em todas as eferipturas & foraes del Rei Dom Afó fo Henriquez,que deu,fendojacafado,em que conforme aaquele té po, as molheres & os filhos & os 蠶 do reino afsinauáo,& conrmauão, fe diz, que elRei Dom Afonfo Henriquez filho do Conde Dom Henrique, & da Rainha Dona Tareja,& neto do grãde Rei Dom Afonfo com fua molher Do na Mafalda filha do Conde Amadeu de Moriana faz doação,&c. E o me{mo erro euitarão os Caftelha

anonimo disse...

Volto novamente a frisar, Mello faz parte da minha família, vem da casa de Dreux em França, e casa com casas de meu sobrenome e veio para Portugal por ser família, instalou cá e sempre pertenceu a Portugal, mas não sou Mello, o nome não interessa caro Senhor

Mello casa a Savoie, Savoie casa com a casa de Rougemont de la Corne e esta casa de Rougemont criou em Portugal a casa dos Atougia, existe foral de Rei com o meu sobrenome. A casa de Rougemont casa com Chapelle em Fribourg também com Gruyeres e casam a Savoie, dentro da casa de Gruyeres e Chapelle filhos de Guigues casam com a princesa.

Existe tanta informação você nem imagina, nem sonha. Torre do Tombo, não tem nada





anonimo disse...

De uma casa da Monarquia com dados, registos originais. As fontes que tenho são livros da minha família, existem livros raros compreende. Saxe, Savoie, Guigues, Berengario é a minha família e Berengario é filho de Guigues e irmão ao meu sobrenome, deixo em baixo o registo dos filhos.

Maison de Saxe avouent les Ducs de Savoie pour leurs Parens, comme sor†" tis d'un même tronc; & c'est par cette raison que nos Princes ont écartelé leur écu des Armes de Saxe; ce qui n'est pas arrivé sous le Duc Charles le Bon, ou sous le Duc Emanuel-Philibert, comme quelques-uns ont crû, puisque Charles le Guerrier Duc de Savoie en ses monnoies mettait déjà Saxe au second quartier de son écu; ce que ses Successeurs continuerent; & de là vient que les Ducs de Savoie dans le rang

Ducs de Savoie déscendaient d'Immed de Saxe_qu'Humbert Comte de Savoie & de Maurienne est surnommé de Saxe par un Auteur contemporain

l'autorité des manuscrits, il y a le rapport de l'ancienne Armoirie de Savoie avec celle de la " Maison de Saxe; car il est certain que les Saxons portaient l'Aigle en leurs Armes; ce qui se prouve par la sépulture du grand VVittichind que Henri l'Oiseleur fit transporter à Paderborn, où se voyent des Aigles; & Meibovius en ses notes sur les annales de VVittichind, dit que cette même Armoirie se voit au sépulchre de Matilde de Saxe, épouse de l'Empereur Henri l'Oiseleur, au Monastère de Pele au territoire d'Eichsfeld; aussi Jerôme Henninges généalogiste Allemand, a mis l'Aigle pour l'ancienne Armoirie de Saxe, au devant de la généalogie de cette Maison

Dauphin Guigues en 1257. & 1258. des Terres de Darne, de la Bastie d'Avane, & de celle du Gua, qui est encore possédée aujourd'hui par ses defeendans. Ce même Fromond & Raymond Berenger fils de Guigues furent mis d'accord par le Dauphin en 1258. fur quelques prétentions qu'ils avoient l'un contre l'autre, au sujet des Terres de leur Maison. Raymond Berenger leur Ayeul, avoit partagé ses Biens entre ses trois enfans: Pierre de Morges, ainsi nommé à cause de la Terre qui lui étoit échue, Raymond & Guigues.

anonimo disse...

O que manda no sangue é o sangue paterno e veja se percebe isto de uma vez por todas, a Carlota Joaquina por ter filhos e filhas, não tendo o sangue paterno do Rei o ADN paterno, é a mesma coisa que não tem legitimidade alguma. O traço de ADN paterno é diferente do materno.

Como existem registos anteriores a 1910, mais precisamente em 1834 a comprovar a ilegalidade da Senhora Carlota Joaquina na infidelidade perante a Coroa Portuguesa, a Senhora Rainha Maria fez Decreto de Lei Artigo 1 de 1834 a expulsar o sujeito e ainda lhe deu uma soma em dinheiro para se governar.

Acontece que os criminosos naquele tempo era fuzilados e era o que devia ter acontecido, mas como o João VI teve sempre bom coração deixou o vivo. Nós sempre tivemos bom coração, sabia qual a causa do reis portugueses falecerem ? de Bexiga, os meus desde do Sr. Jorge Mello, também faleceram de Bexiga, estranho não é, é um traço hereditário para o mal e para o bem.

E volto novamente a frisar, o Sr. Pedro Cruz pode defender o seu candidato na republica para ascender a rei dos maçons e republicanos, são livres e estão no seu direito, até sugiro que arranje uma coroa de ouro, e que não vendam o que resta das dobras que venderam à China e ao Brasil, num suposto leilão.

Mas se voltarmos a uma Monarquia Tradicional, porque nós não sabemos o dia da amanhã, ainda não sou bruxo para adivinhar, mas a conjectura dos homens e mulheres deste Portugal que nos servem, que nós defendem e falo concretamente de todo o poder judicial, policial e militar que respeitam a bandeira de Portugal e suas leis, mas Portugal também poderá ser a Monarquia e estas pessoas tem um lugar especifico dentro da Monarquia, não é como hoje na Republica.

A republica devia cuidar melhor dos nossas forças policiais, militares e magistrados, devia isto é uma opinião de um Anónimo, os políticos deviam eliminar as fundações e dar todo esse dinheiro para adquirir condições para todos estes profissionais que fazem o trabalho com segurança e que sejam pagos como devia ser, os políticos deviam acabar com as subvenções vitalícias e passassem todo esse capital para as reformas de todos os portugueses.

Boas Festas e Bom Natal para todos

anonimo disse...

Caro Senhor Pedro Cruz, estive a ler com muito cuidado o que publicou sobre os reis portugueses, todos os Reis Portugueses vieram por via paterna, pai para filho, pai para filho, sempre assim, como aconteceu em França, sempre de pai para filho.

D. João II de Bragança 8° Duque de Bragança
Rei D. João IV (Vila Viçosa, 19 de março de 1604-Lisboa, 6 de novembro de 1656) foi o vigésimo primeiro Rei de Portugal, e o primeiro da quarta dinastia, fundador da Dinastia de Bragança. Era filho de D. Teodósio II, sétimo duque de Bragança e da duquesa Ana de Velasco y Girón, nobre da corte espanhola e filha do duque Juan Fernández de Velasco, com a duquesa Maria de Téllez-Girón. D. João IV de Portugal herdou o senhorio da casa ducal em 1630 como João II e foi o 8.º Duque de Bragança, 5º Duque de Guimarães e 3.º Duque de Barcelos. Foi ainda 7.º Marquês de Vila Viçosa e Conde de Barcelos, Guimarães, Arraiolos, Ourém e Neiva, e também 14º Condestável de Portugal.

Isto é o que você diz, as pessoas daqui são todas parentes a sangue, mesmo e neste processo Bragança que foi criada em 640 pela minha família por Dillingen ou Dudingen ou Walgar, naquela a família misturava entre sobrinhos, sobrinhas, tios, tias, meios irmãos e era assim. E o sangue que existia era o mesmo. Sabia que os Duques de Tavora parentes à casa de Plessis de Cardeal de Richelieu, sabia disto ?

A linhagem veio sempre paterna até terminar com a entrada dos Filippes em Portugal, João IV vem de paterna de um duque de Bragança, que tem também um título de bispo de Fez em Marrocos. Com provas, registos da Santa Sé.

No caso dos Bourbons que conheço muito bem, veio inicialmente da casa Ducada de Tour de Le Pin, esta casa veio por sua vez dos Condes de Auvergne, desta casa veio dos dauphin de Auvergne por Guigues o pai do meu sobrenome. Existem provas, registos originais.

Existem também um prince Condé du Sang que se chama por Henry de Bourbon um ducado, o pai deste tipo, chamava se Olivier de Faudoas, o nome original deste Henry, era de Pierre Bernard de Rochechoaurt de Faudoas & Barbazan. Existem provas e registos originais de Pair de França por Fitz James e por Louis XIV.

Relativo ao seu candidato, fala de que as cortes de Lamego foram aceites no caso do criminoso Miguel, pois fica as minhas perguntas:

Então se foi aceite, porque é que os meios irmãos e a Igreja o baniram ?
Existiram naquele tempo algum estudo de ADN como existe hoje ?
Se existia legitimidade na sua opinião, vale o que vale, então porquê que é que homem não continuou como Rei ?

Sabia que o João VI ficou preso numa CELA junto a criminosos de sangue, sabia disto. Eu não aceito isto Sr. Pedro, prender um rei numa Cela!!

Isto é para os Maçons da grande Loja do Oriente (Orleans) e da Grande Loja de França (Bourbon), escolheram mal as casas do matrimonio, eu sei que pretendiam fazer o que fizeram em Espanha, fazer em Portugal. Quando a família Louis XVI foi toda ela executada, criaram uma fantasia de colocar um rei no tempo de Napoleão e este dar aos Bourbons a legitimidade em França.

Vieram a Portugal e exigiram que João VI casasse com uma bourbon a tal Carlota Joaquina ou a casa de Portugal deixava de existir, mas o primogénito de D. Maria foi morto, assassinado para que este José não ascendesse ao trono de Portugal. Surgiu os bourbon em Portugal com a carlota joaquina e o João VI, mas tiro saiu lhes pela culatra, voltaram a realizar novo atentado em Portugal da implementação da republica, pela maçonaria e o resto toda gente conhece.

Existe registo de França antes da queda da Bastilha um registo a excluir a casa de Bourbon ao reino de França.

Só jogos de poder da maçonaria como diz muito bem o presidente do PSD, estas secretas tem intuitos estranhos a Portugal, pois tem, tem interesses económicos mais nada, não tem interesse se as pessoas tem trabalho, se passam fome, se o povo tem as suas comodidades ou não, eles só olham para eles próprios e temos 56 lojas de maçonaria em Portugal.

Que venha a Monarquia, ai ai ai, o que nos fizeram não tem perdão.



Pedro Cruz disse...
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Pedro Cruz disse...
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anonimo disse...

Eu acredito no duque de Bragança, não leu bem, e relativo a brigantiae nasceu em 640, e existem registos da Alemanha

anonimo disse...

A dúvida é da sua parte, caro senhor, tenho apresentado registos do tempo da monarquia e em latim. E possuo provas mais que válidas, relativo à mumadonna dias, ficou com a dúvida com vimara, num dos textos que publiquei mostra, dias irmão a vimara e você não leu

E não me respondeu as minhas perguntas relativo ao Miguel porque é que o homem não continuo como rei?

Cumprimentos



anonimo disse...

Se o sr.miguel tem toda a legitimidade no seu entender, porquê que esse sujeito não continuou como rei legítimo?

Cumprimentos,

anonimo disse...

Se faz favor responda me porque que os descendentes desse sr. Miguel, porque é que não formaram reis em Portugal.

Com certeza que existirá uma justificação razoável,.

Cumprimentos

anonimo disse...

Eu tenho ADN de d. Afonso Henriques de Sancho I, Manuel I,Fernando, Afonso,João I,II,III,iv e V e de outras linhagens. Fico à espera do sujeito que faça o teste se diz ser herdeiro

Cumprimentos

Pedro Cruz disse...
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Pedro Cruz disse...
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Pedro Cruz disse...
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anonimo disse...

Mais um registo e não precisa de ir a Visigodos, existe uma parte do texto da Genealogia dos comtes de Brigantia de Bergança com origine Monfortiis. Portanto pelas suas dúvidas que não encontra nos registos que tem, deixo lhe em latim. Mais tenho em Inglês e Francês a Genealogia completa da Realeza Portuguesa até João IV. Com a casa de meu 8 avô paterno João V rei de Portugal.

Bericho,anno Domini 73o.fub Pipinorege fuit epifcopus Auguftanus:ad quem Bonifacius Anglus Germaniæ Apoftolus venit. comes Brigantinus,& Rhætiæ altæ præfes. PAv Lv s,comes Brigantinus. PAsca LIs, inepif copum Curienfem ele&us, ex coniuge quadam Efopeia Viorem fufcepit,epifcopum pariter Curienfeth : qui Caccienfe coenobium in Rhætiaalta pro Canoniffis virginibus fundauerat, anno 76o. Cuius forores,Vefpiliaabbatiffam egit ' \ Caccienfiscoenobii,Vrficinaverò monialem.

HENRI cvs,fratergermanus Roderici, comitis palatini altæ Rhætic;vndeM3: . fortii defcendunt: item Anshelmi comitis à Rheynekh , & Rolandi comitis Herrenberf, ogiae& Tubingiæ ,Ludouico fecundo imperantecaftrum Vuerdenberg conftruxit. Etex comitiftaà Vaducz progenuitliberos, qüi adnotitiamnoftram nondùm peruenerunt.
2. ALBERTvs, floruit circaannum Domini 92o. quiex Portugalliae regis filia progenuit Ioannem.Huic frater erat Hugo canonicus. -
3 IoANNEs,ex MargarethacomitiffaSabaudiae progenuit liberos,quos nondum 1nuen1. -
4 HvGo,comesdeVuerdenberg, citaturin literis vnacú Ioanne comitea Montfort, de anno 113o.
5 HARTMANN vs, circaannum Dominifloruit Izzo. QuiexfiliaRapatonis palatini de Krayburg, Bauara,Hugonem tulit.
7 ALBERT vs,anno Domini 136o,expugnauit Ramfyuagcaftrum, in vallc Drufiana,quod Montfortiorum fuerat.
8 RvDoLPHvs, ex Adelhaide marchioniffâ de Burgau, nataex comitiffà ab Albckh, progenuit Eberhardum præfulem Auguftanum, illum qui cum duceàDckh pro dominio Mandelhaymbello concertauit, circaannum 1362.Huic Rudolpho frater qùoquefuerat Hartmannus, qui ex commendatore Ioannitarum creatus eratantiftes Cüri&fis,circaannum Domini 139o.&obiit 1416. captus aliquandiuin libera cuftodia Auftriae principum fuerat. Occidituris Rudolphus Clauennae,per proditionem. • '
9 HvGo,ex cognomento per diminutionem Huglyn,Alberti primi AuftrgducisaduerfusTigurinos, & Rudolphüm Habsburgenfem,Conftantienfém praefulerì, bellum gerentis,præfe&us&capitaneus fuerat: &Tigurum aliquandoperaftum & militareftrategema ferme interceperat.Isbello preffus,& Rynekh caftrum Lupoldo duci Auftriae tradidit,anno 1395.
Io HENRI cv s, excomitiffa à Rakuncz Eberhardum fecundum tulit. Huicfrater fuerat Hugo comes de Sargans.
II EBERHA Rcv s hoc nomine primus, Henricinatus,ex domina de Gerolczekh, cuius mater fueratbaronifaGundelfingenfis, Henricum & Rudolphum his nominibus fecundos procreauit. iz. HENR1 cv shocnomine fecundus,Eberhardi filius,in matrimonio habueratdu:<-o ciffamâ Dekh,circa annum 1362, natam ex marchioniffa Hochbergenfi.

Cumprimentos

anonimo disse...

Neste registo tem uma árvore de Genealogia com Dillingen com Brigantia na pagina 647 tem 10 níveis de estratificação de matrimónio

Beati Gregorii Papæ, hac conditione,ut,quicquid unota&tu de fàcris offibusmanulevaret,hoc fecum deferat. Itaque Dei gratia caput ejus,cumaliismagnificis de corpore ejus reliquiis, fuftulit, omnibusque ad ejus libitum impetratis, quæ volebat, lætus impetravit,hocfiquidem fànétum caput, pluribus pofteà temporibus lapfis, inventum eft in capfà, firmiter olim folidata, fcilicet præ antiquitate & in cautela prorfus refoluta, quæ priftinistemporibus,utdicebatur,inaltari S.Petriin plagamcridiana recondita erat. Aperta autem capfâ, in ipfaaltera capfà rubricatainventa fuit, fàn&torum reliquiis plena, inter quos dile&ifììmus thefàurus capitis fàn&iffimi Papæ Gregorii cornminuti repertus fuit, aliæque plures reliquiæ in eadem capfarcpertæ fuerunt. Obiit S. Gebhardusv 1. Cal.Sept. Anno 996. sepultus in Basilica S.

Gregorii à fe conftru&ta, cum regnafjctannis 1 6. Epifcopus Aniio 979. vel 980.

eis Potamum & Brigantium, Uberlingen & Buechorn, Achihufen, Turingen...Comes Hartmannus Senior de Dilinga....dederunt Turingen, alteri Uburlingen


Registo da casa de Lancastre e suas ligações, possuo muitas cartas de latim

Aprilis XXI die. Hoc anno, XIIII Kal. Junii, Dominus Johannes de Gaunt, filius Regis Edwardi, comes Richemondiæ, Blanchiam, filiam Henrici, ducis Lancaflriæ, confanguineam fuam, ex difpenfacione Domini papæ, duxit in uxorem apud Redyng. Aprilis IX° die. Hoc anno, XIIII Kal. Aprilis,

Hoc anno, XXI die Maii, fuit terrae motus die Mercurii ante Pentecoften, ac eciam vigilia Pentecoftes in aurora fuit magnus terræ motus pertotam Angliam. Hoc anno 4 difponfavit Annam XIII*. Kal. February apud Weftmonafterium. Hoc anno Edmondus Langley, cum multitudi-
ne Anglorum, ad auxilliandum Regem Portygaliæ contra Regem Hifpaniæ 5 transfretans",
ibi duxit in uxorem filiam Regis Portingaliae.

Cumprimentos

anonimo disse...

Portanto a casa de Bergança ou Brigantinus ou Brigantia ou Bregantia que vem de Montfortiis e desta nasceu de facto em disse 640, mas é 630.

Neste livro da Alemanha tenho 24 níveis de senhores de Bregantia desde 630 até 1400

comes de Bregantia, inter comites Sueuiaein peruetuftis Annalibus commemoratur, qui Carolo Martello Francorum maiori domus


Portanto não precisa nada de ir a Visigodos, já que fala em Visigodos de onde vem esta malta, veja la se não será dos meus também !


Cumprimentos

anonimo disse...

Também não precisa de ir a Mumadonna ou no inicio do condado portugalense, a data disto é MCCCCX

Doaçoens foi outorgado. E em testemunho disto mandamos dár ao Concelho, e omees boos da Cidade de Coimbra esta nossa Carta. Dada em a Cidade de Bragua dezesete dias d'Agosto. ElRey o mandou per Fernam Martins , seu Vassallo. Joham Martins a fez. Era de M.CCCCX. annos. Pergam. N.° XXIII. da Camara de Coimbra. 3 JÁ 23

In Villa Soutu super Diago Alvitiz casal que fuit de Lamberte, et casal de Vimara: super Iohane Gontemiriz medio de casal qui fuit de Vermudus Aldreiz. Et casal de Seserigo. Et casal de Vimara Pedriz. Super Don Veia duos casales quos fuerunt de Gondesendo Aufiz. In Vila Palves super Vimara Arias casal de Arias Pedriz. In Canelas et in Cerzedelo super Iohane Pelaiz casal de Menendo Pela z et casal de Daniel. In Villa Figeiroa super Pelai Parentiz casal super Petro. Fromariguiz casal de Ero Sapo, et casal de Arias Pelaiz, et casal de Garcia Nario, et casal de Madresinda: super Gutierre Mendiz caSal de Pelai Oleiro. Casal de Folia Salamonz per ubi potueritis inuenire. Casal de Ogenia per ubi potueritis invenire. Super Garcia Menendiz casal de Vimara


Já reparou que os casais Super Vimara correspondiam a Duques e já existia Portugal passado alguns séculos. Vimara ou Vimarana é de Infante Português

Cumprimentos

anonimo disse...

Eu também não quero ditadura de absolutismo na Monarquia, mas o seu candidato tem no sangue esse gosto por essas andanças, vimos no caso do criminoso Miguel que usurpou títulos e coroa portuguesa e não é só. Como tem sangue Bourbon, esta gente dos bourbon foram sempre animais, assassinam gente inocente, não precisamos de ir longe, viu o que se passou com um empresário do Norte de Braga que os advogados Bourbons mataram o cliente e desfizeram se do corpo com ácido. Existem episódios macabros no tempo da monarquia em França que aconselho vivamente a ler e fique bem sentado.

Eu para Portugal, é preciso manter a Democracia, sem partidos, eu não sou nenhuma criança que precise de eleger alguém para me governar, eu trabalho para mim, pago os impostos e ainda por cima pagamos os buracos quem nos governa.

Portanto só as crianças, precisam que lhes governem e numa democracia não precisamos de políticos, isto é a minha opinião. Em 10 milhões de Portugueses, votam 3,5 milhões e cada vez mais vai diminuir e quando chegar a um valor de 10% eu vou fazer alguma coisa e talvez tenha apoio de muita gente.

Cumprimentos,

anonimo disse...

O Sr. Pedro Cruz tem mais alguma dúvida para que lhe possa esclarecer ?, o nome não vai ter porque já lhe disse que isso é o menos importante.

Sou Rei na Monarquia de Portugal, por ter registos, por ter ADN e por falar verdade.


anonimo disse...

Isto é da casa de Saxe, Hesse de Saal em Dresden, alguns sobrenome para ficar retido, Walgario, Walgar, Valgar, Valgario, Velga com ligações a Portugal, Savoie e Alemanha.

GERVOLDUS.
Nobilibus Walgario et Walda parentibus ortus Gervoldus, clero nomen dedit, atque ad palatium perductus, Bertradæ reginæ matris Caroli magni capellanus effectus est. Hujus favore vacantem Ebroicensem sedem a Carolo accepit. Sed post mortem Widonislaici Fontanellensis abbatis Gervoldus suggestione sua a Carolo rege illud coenobium episcopatu deserto impetravit anno tertio postquam Bertrada regina obierat, ineunte anno 788, ex chronico Fontanellensi cap. xv; ex quibus concludit Cointius alia non opus esseargumentatione, ut Gervoldushabeatur


Zulks hy den zelven in 't jaar 898, onder het jaagen, van het leeven beroofde. Rec N. CH Ron. AD ANN. 898. Per idem tempus Eberhardus Dux, filius Meginardi, a Walgario Frisone, filio Gerolphi, cum venatum pergeret, dolo trucidatur.

Theodorico cognomine Frifio, fortiffimo Viro,primo inßituto Comite,anno Dccc lx 111. Verum Janus Doufà in fine lib. 5 Annal. Holland. quem quoque cum Grotio nos fequimur, teftatùm reliquit, huic Diderico, vel Theodorico,quod idem, ut & Walgario , Patrem fuiffe GerQlfum

Comites, ut Gothofedo Dano Gerolphum & Gardolphum , atq; Eberhara gum Saxonem pòft à Walgario Gerolphi filio interfe£um incidunt autcm hzc tempora in cxtrcma Francici imperii

historia con el nombre de Cárlos el Simple. El arzobispo de Reims consagró al nuevo príncipe el dia 8 de enero de 895. El conde Valgario, unido á Eudes por vínculos de familia, hizo traicion á su causa, y le quitó la ciudad de Laon.

Cárlos el Simple, como lo he dicho ya, habia ido á refugiarse á Borgoña. La serenidad con que Eudes castigó al conde Valgario, no se habia borrado de la memoria de nadie, y los partidarios del jóven monarca le habian seguido; pero habiéndoseles confiscado sus bienes,

Louys fils de Boson passant en Italie, est fait Roy. .DVRANT cecy Eberard fils de Meguihard Duc, fut occis de trahison par Valgar Frison, fils de Gerolf,& le Duché que le dict Eberard tenoit baillé à Meguihard son frere

cumprimentos

Pedro Cruz disse...

Eu para Portugal, é preciso manter a Democracia, sem partidos ....?????

Sou Rei na Monarquia de Portugal, por ter registos, por ter ADN e por falar verdade.??????

Este é o meu ultimo Comentário

Boas Festas

anonimo disse...

Alguns nomes de casas em Portugal e com um sobrenome Velga, em Espanha com Savoie e este Velgar por exemplo tem outra variante que não coloco aqui, e Velgar é também Fauge em Savoie de onde é originário e com ligação a Áustria por Frederico I, isto é uma amostra.


Thomaz de Sonza Pereira Velga.; D. Francisco Gravito de Velga e Lima; Mello da Motta Velga

Enero jp de 1733.:= Don Francisco Velgar. =sPor su mandado, José Perez-d*. Miera, escribano de la guerra. capitán del regimiento de infantería de Sabaya, y en ínterin Gobernador , alcayde y jutticia mayor de la plaza y presidio de las ¿alhucemas.

La famille de Fauge est originaire de Savoye. Alexandre de Fauge eut pour fils Guigues, Ecuyer, marié en 1fz1 à Antoinette de Chapelle, de laquelle il eut Claude <ìe sauge, Sgr de la Chapelle, qui testa en 1587, ayant éte allié en 15áj à Claudine Bernard , fille d'Ignace, Sgr de Coííy, de laquelle íl eut entr'autres Jean-Antoine de Tauge, qui épousa en 1599 Philippe-Suzanne des Cbavannes

Faltando aqui as ligações a Duens ou Dudingen a Gruyeres, Savoie, Englisberg

Cumprimentos

anonimo disse...

As pessoas podem usar o de Guimaraes em seus nomes na monarquia ?, é uma pergunta traiçoeira, cuidado


isto é muito importante

anonimo disse...

As pessoas singulares no tempo da monarquia mesmo antes no tempo de Mumadonna era proibido escrever em seus nomes Guimarans existia pena capital, deixo registo de 1706, como vê não estamos nos Visigodos nem na Mumadonna podia também ir buscar a lei que ela impôs.


António Carvalho da Costa - 1706
C A P. XXI. , , "; Do numero das Freguefias, que tem o termo de Guimaraens, T Em efia Villa duas legoas&meyade termo ... da Oliveira, com Juiz ordinario no Civel, a quem vem efcreverhum dos Efcrivaens de Guimaraens, donde he o crime.


É que as pessoas fazem árvores de genealogia e esquecessem das leis e existem outras, mas ligadas à igreja, mas como a Igreja não existe daquele tempo o Sr. Cruz pode ficar descansado e os Espirito Santo a mesma situação


Rei sim na Monarquia, sim e se tem dúvidas, verá na altura devida eu estou lá


Cumprimentos,

Boas Festas

anonimo disse...

As armas de Bragança não é as actuais inventadas na Republica

Comitatits Brigantinus - 1596
Eberhardus Comes Brigantie ; Rudolphus VII. comrr recepit «aftrum Montfort & diffri&ium fyluæ Brigantine


O Eberhardus (casa) é Walgario (sobrenome) Brigantinus (casa), ligação a Guillaume de Montfort (casa) a Helveticus (casa) a Felga ou Fauge ou Falgar (sobrenome) e Englisberg como primos.

Nos in fele&u urbium primo commemoramus fcdes Regum ac Principum; Quales in Portugallia Lisbona ; In Hifpania Madritum ; In Gallia -Lutetia Parifiorum ; In Imperio Germanico Viemma Außriorum


Brasão de Bragança vem desde 1098 até 1570, possuo a linhagem completa desde do seu principio até 1570. O que se inventa para colocar Nuno Alvares Pereira de Bragança

Tem três divisões ao alto

Tem 10 cruzes no meio
Tem 10 tipo concha com três pontas para cima do lado esquerdo
Tem 10 tipo concha com três pontas para cima do lado direito

E o que se inventa neste Portugal caros Senhores !!!

Ainda querem colocar alguém a Rei na monarquia sem registos originais da família da casa de Bragança que me pertence por sangue estes sujeitos vão ter que provar com registos originais como eu tenho e com o respectivo SOBRENOME.

Já tinha descoberto a linhagem completa de Guimaranes e pertencente à minha família, agora Bragança e não preciso de usurpar títulos nem comprar.

Cumprimentos.

anonimo disse...

Sr. Pedro Cruz, quando afirma que os seus representantes cumprem as Cortes de Lamego de 1145.

Então repare nisto se favor, acho que as provas são muito expressivas. Fui buscar a dois sites de ADN que esta gente fez testes de ADN.

O cromossomo Y, o cromossomo sexual masculino, é passado de pai para filho. Todos os filhos e homens da mesma linha paterna têm o mesmo cromossoma Y. Se dois homens do mesmo cromossoma Y concordan, isso significa que eles são parentes do lado do pai e compartilham um ancestral comum. O grau de concordância (número de marcadores comuns) também pode ser usado para calcular o número aproximado de gerações de parentesco.

#342412 | AQF | 13 Fev 2014 19:58

D. Afonso Henriques e D. Pedro V são ambos do haplogrupo R1b-U106
Maria II (1819-1853) - H (mtDNA)
Pedro V (1837-1861) - H (mtDNA) R1b-U106 (Z305+) (Y-DNA)
Luís I (1838-1889) - H (mtDNA) R1b-U106 (Z305+) (Y-DNA)
Carlos I (1863-1908) - R1b-U106 (Z305+) (Y-DNA)
Manuel II (1889-1932) - R1b-U106 (Z305+) (Y-DNA)

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Os sujeitos do teste foram o Príncipe Axel de Bourbon-Parma, o Príncipe Sixto de Bourbon-Parma e o Príncipe João Henrique de Orleans-Braganza. Todos os três partilham o mesmo perfil e pertencem ao haplogrupo R-Z381.

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Portanto se em 1833 mostram que Miguel é bastardo no SANGUE, adultero, veio se a provar a verdade em Fevereiro de 2014, não há dúvidas. Portanto quando o Sr. Pedro Cruz diz que cumpre as leis das cortes de Lamego, esta a mentir.

Como vê os Portugueses não são parvos , nem ignorantes, não, o meu povo de Portugal quando souber destas novidades de 2014 vai perguntar se, então o que faz um sujeito armado em duque da republica, numa fundação a receber muito dinheiro de todos nós e que nunca trabalhou.

Ou seja os sujeitos em causa, não tem legitimidade em Portugal e em lado nenhum, mas os admiradores gostam de insistir no imaginário, então se gostam de insistir vou aconselhar quando esta gente for embora de Portugal, todos os que continuam e continuam a insistir pelas suas palavras, irão todos aqueles com ele para Berna, não é terra dele!

Cumprimentos

Rei

anonimo disse...

Mas o que me admira neste site do Sr. João dos Anjos, ter ainda a foto dos supostos duques que não são ainda em vigor, pois está no seu direito republicano.

Cumprimentos

Rei

anonimo disse...

A Isabel II é minha parente por uma irmã de Henry I de Inglaterra, lá vem o meu sobrenome numa das cartas de forais de Henry I, II, Stephen, Ricardo, Eduardo I, II, III e esta Senhora Isabel II diz com todas as letras eles não tem nada, são bastardos mesmo, você não acredita na prima, diz me ela assim. Com certeza que acredito.

Louis XVI foi também meu parente por sangue, todos os que lhe antecederam eram filhos de Dauphin de Viennois, Guigues e Savoie, Valois, Orleans (estes são traidores mataram os membros originais e entraram outros de ramais mais baixo dos bourbon usurpadores) foram pais de meu sobrenome existem registos.

Eberhardus I da Alemanha com ligação à casa de Hasbourg, Austria e Fribourg, da casa de Brigantia, Bourgonha, Semur, Saxe, Maurienne, todas tem o meu sobrenome existem registos.

Caro anónimo, não tenho dúvidas de que tem sangue real, mas não precisa de continuar a enviar-me provas, eu acredito em si.

Eu não invento nada, as coisas existem, as verdades existem, o que existe na realidade, uma falha na história dos chicos espertos que modificam textos no estado novo, criaram novas realidades para apresentarem os fantoches. Mas isto vai ter o seu fim e não é só para os sujeitos, não, aqueles políticos que o guardam também estão enrolados no processo e sei qual o partido politico.

E quando eu apareço e apresento registos, ninguém fala, como diz uma minha conhecida a Manuela, ou Ana ou quem seja, é uma questão de respeito quando me apresentaste os registos eu fico parva comigo mesmo e julgava que não existiria gente como tu descendente mesmo da Realeza Portuguesa. Quando vou ao Barbeiro aparar a barba, o Sr. Manuel sabe da minha história e este foi procurar a verdade, e trata me com tanta pompa e circunstancia e digo lhe à frente dos clientes, ó Manuel por favor Senhor está no céu e mais, todos aqui estamos à 20 anos que nos conhecemos e trata me por tu. Depois o Manuel comenta, não posso e não devo e os clientes que são muitos e questionam se, mas ele não abre o bico.

Não dizem que existiu um Mestre de Avis, sabem aonde encontro no reinado de D. Afonso III é engraçado e este combateu contra os espanhois e foi um heroi e não falam nele, falam sim de um Nuno Alvarez Pereira também Mestre e não é de Avis, não, existe uma doação do rei D. João I a esta pessoa de património, porque o familiar de Nuno era general portugues e que combateu ao lado de Espanhois e morreu lá coitado e o primo Nuno Alvarez Pereira ainda por cima recebeu os seus bens, formidável. O nuno na realidade não foi nada, nada em Portugal, registo MDCCXXXVIII, livro V da casa Real Portuguesa.

Ainda fizeram um monumento ao nuno alvarez pereira, que tristeza.

Cumprimentos

anonimo disse...
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